[[Elizabeth Koch|]]




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Sou Elizabeth Koch, moro em São Leopoldo, sou professora municipal há 11 anos.
Desde o início da minha carreira, sempre trabalhei com alfabetização. Posso dizer com certeza
que aqui é o meu lugar, é onde eu me sinto bem. Alfabetizar crianças é prazeroso e gratificante.


Minha participação na sala 1
Meu nome é Elizabeth Koch, sou professora no município de São Leopoldo há 11 anos. Sempre trabalhei com 1 série.
Desde 2005, estou tendo mais uma experiência na minha vida que é alfabetizar jovens e adultos.
Nesta minha nova caminhada Paulo Freire, está sempre presente. Tenho certeza que através deste bate papo vou aprender
mais sobre Paulo Freire.


Minha participação na sala 3
Olá Grasiela, sou Elizabeth Koch, do Pólo de São Leopoldo. A frase que escolheste é excelente e elucida uma grande
verdade. A de que nós seres humanos, podemos modificar a realidade em que vivemos, quando percebemos que esta realidade é modificável
e que nós temos o poder para fazer esta mudança. Sua frase vem de encontro a uma que escolhi para elucidar essa conversa, a de que
“Aprender é um ato coletivo, solidário e um meio de transformação social”.

Todo professor deve ser um educador - educando e todo educando
deve ser um educando - educador. Isto é um processo natural e simultâneo e mostra que as culturas e vivências devem ser compartilhadas.

Quando colocadas em prática, tanto sua frase, quanto a minha, as barreiras existentes entre educadores e alunos
não mais existirão. Havendo assim, a construção coletiva do conhecimento.

Minha participação nas salas especiais:

Necessidades Especiais
Nestes quase onze anos trabalhando com primeira série, tive e tenho crianças com dificuldades de aprendizagem,
agressividade e outros problemas. Quanto aos meus alunos agressivos, tento primeiro conquistá-los dando carinho e
muito amor (na grande maioria das vezes é só isto que eles precisam, pois são crianças).

Quando os meus alunos são atendidos por profissionais especializados, procuro sempre entrar em contato com estes,
para obter deles uma ajuda.
Já fui “xingada” por médicos, do tipo: “A senhora não pode se meter, este é um problema da família”, mas não estou nem ai,
vou assim mesmo. Ontem (dia 18) fui conversar com o neurologista de um aluno (este aluno está repetindo pela terceira vez
a 1ª série e também não consegui alfabetizá-lo, o que é desesperador), nossa conversa foi bastante produtiva e também complicada.

Desde o ano de 2005, tenho um aluno com síndrome de down, ele é uma criança maravilhosa, carinhoso e amigo de todos.
Ano passado assisti por diversas vezes, aula em uma escola especial, para aprender um pouco como trabalhar com estas crianças.

Fiquei maravilhada com o trabalho destes profissionais e ao mesmo tempo frustrada, pois, são salas de aulas com poucos alunos e com muitos recursos,
coisa que eu não tenho na minha escola.

Sou a favor da inclusão, porém gostaria de obter mais informações, aprender mais, pois estou lidando com crianças e
fazendo o que mais gosto que é alfabetizar.


Alfabetização
Este é um tema que para mim é muito prazeroso de se falar.
Minha primeira experiência como professora foi numa 1ª série e desde então, não sai mais. Já trabalhei com outras séries e hoje posso dizer com certeza que
é aqui que me sinto bem.
Contando um pouco da minha entrada “triunfal” como alfabetizadora, sempre digo que meus primeiros alunos foram minhas cobaias e eu fui cobaia deles.
Estávamos todos ali no mesmo barco “aprendendo”.
Divirto-me muito quando eles estão ajudando uns aos outros e de repente um chega e diz para mim: “professora eu não agüento mais este guri ele muito burro,
eu fico repetindo e ele não aprende”.
Quando os meus alunos vão além do que ensinei, isto sim que é gratificante.
Paulo Freire entrou mesmo na minha vida em 2005, quando comecei a trabalhar com a alfabetização na EJA. Meus alunos da EJA são crianças grandes,
são apaixonados por mim e me chamam de mãe, não admitem ir para outra série, dizendo sempre que se for para outra série vão abandonar os estudos,
são mesmos crianças e crianças birrentas.

Abraços! Beth Koch

Minha participação no Bar da Filó.
Estou adorando este bate papo, mas antes de começar a conversa...
Filó, me da um chopp bem geladinho!!!
Também fui na festa dos calouros, foi muito divertido. Os nossos professores estão de parabéns
pelos momentos gostosos que nos proporcionaram.
Filó, manda mais um chopp, mas no capricho!

Vou acompanhar a colega aí de cima.
Filó, traz um chopp para mim, mas como sempre no capricho!!!!!
Já imaginou colega, nós duas em março...
Que porre. Estou dentro!!!

Minha participação nas Artes:
Não tomei café,
Tia Ernestina boazinha
Trouxe uma cerveja
No ponto, geladinha.