Olá colegas, meu nome é Graziela Maria Maus sou do polo de São Leopoldo trabalho há dez anos com séries iniciais. achei todas as discussões aqui debatidas bem interessante, mas irei comentar a postagem da Elaine do polo de Três Cachoeiras. Elaine, concordo com você, quando diz que nossa prática educativa deve ser feita com alegria e esperança. Pois devemos estar ciente que o aprendizado só ocorre quando há trocas do professor versus aluno e vice e versa, pois só assim estaremos em constante transformação.
Acredito muito quando Freire diz que "ensinar exige a convicção de que a mudança é possível", pois é só a partir dessa frase, que precisamos saber que somos seres recicláveis, mudando sempre para atingirmos nosso principal objetivo de trabalho que é nosso aluno.

Formar-se como professor é aprender a ser professor e, como diz Paulo Freire (em Pedagogia da Esperança, p 80), é “aprender ao aprender aa razão de ser do objeto ou do conteúdo”. Aprender a ensinar é reconhecer a razão de ser do ato de ensinar. É compreender a sua dimensão criativa. O ensinar nunca se separa do aprender e é assim que um professor vive: aprendendo, transformando, transformando-se e ensinando.
Que vocês acham?
É sempre bom refletirmos em nossa prática educativa, não basta apenas ser professor, temos que entender o nosso significado o porque ensinamos e para quem ensinamos, e isso me retorna nas leituras do Paulo Freire que devemos fazer a nossa prática educativa fazer sentido, buscar sempre a realidade do aluno fazer ele ter vontade de aprender sempre utilizando aquilo que lhe interessa.
Segundo Paulo Freire, "ensinar exige respeito à autonomia o professor deve ensinar tendo como principal meta a formação do educando, sendo esta a formação escolar, ou seja, baseada nos conteúdos e assuntos típicos da escola, ou a formação pessoal, onde se leva em consideração a vivência do aluno, seus medos, dúvidas, erros, enfim tudo que lhe seja relevante.O professor precisa estar na sala de aula, como um todo, física, mental e esperitualmente, somente assim poderá educar com limites, respeitando autonomia do educando, onde este possui conhecimentos e dúvidas formadas por eles. Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores. A luta em favor do respeito dos educadores e a educação inclui que a briga por salários menos imorais é um dever irrecusável e não só um direito deles. A luta pelos direitos não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte. O professor deve respitar a curiosidade do educando, com humildade e tolerância, deve amar a prática pedagógica e aos educandos. "( DanielaAlbrecht - Pólo Alvorada)
Quando refeltimos mediante a afirmação de Freire que "ensinar não é transferir conhecimento, e acreditamos nisso, vamos aprendendo, transformando nós e nossos alunos.
Somos mediadores no ato de ensinar-aprender, por isso quando criamos possibilidades para a aprendizagem acontecer, juntos estamos aprendendo e crescendo com nosssos alunos.
Nada é inacabado, e se pensarmos assim teremos como meta a procura do conhecimento sempre, este que é infinito e traz consigo a "convicção de que a mudança é possível". (Débora Boff)

Comentário de Ana Cristina Mattes - Pólo Sapiranga
Ana Cristina Mattes estava louca de vontade de participar do fórum Social Mundial, mas devido aos seus imensos compromissos, não pode concretizar o seu desejo. Mas, acabou relatando para uma amiga sua, que por sinal, estava se preparando para ir ao evento, seu grande interesse em participar do fórum e seus anceios, desejos e preocupações, em relação á educação:
-Todo mundo espera que a escola faça diferença na vida de seus alunos. Queremos que todo estudante saia da escola diferente de como nela entrou.
Querer bem aos educando é acima de tudo saber expressar nossa afetividade como prática específica do ser humano. Não como algo que interfira o cumprimento éticos do dever de professor no exercício da autoridade, mas como disponibilidade à alegria de viver.
admiro nós professores que, diante dos maus salários e condições mateirais precárias, conseguimos superar estas dificuldades, prova do nosso compromisso e dedicação para com o ensino e os educando em especial. (Dulce Boff)
Posso ousar a dizer que, através do contato que temos com nossos alunos, também saímos da escola, diferentes à cada dia, pois, tudo e todos aprendem uns com os outros, e através das experiências trazidas por nossos alunos, também aprendemos e somos capazes de mudar o nosso pensar!

No fórum Social Mundial, Ana Cristina Mattes acabou encontrando um velho amigo. Logo começaram a conversar. Conversa vai, conversa vem! Ana Cristina Mattes acabou destacando o quanto uma amiga sua, gostaria de estar participando da conversa.
Conversa esta que faria diferença à educação, pois também muitas seriam as reflexões por meio de saberes comentados por Paulo Freire.
Faz-se necessário acreditar no potencial da aprendizagem de cada educando e refletir juntos sobre este ponto.
"Não somos seres programados, mas capacitados para aprender." (Dulce Boff)

Chegando em casa, Edivan de OliveiraMachado, lembrou do que sua amiga lhe havia dito no fórum, quando estavam conversando. Foi então, que ele prontamente enviou um e-mail para Ana cristina Mattes:

É isto mesmo Ana Cristina Mattes, estive conversando com uma das professoras que se fizeram presentes no fórum Mundial, e coincidência ou não, estávamos abordando um mesmo assunto, que pela qual, tu também relataste a uma amiga. Logo que fiquei sabendo do seu interesse sobre o mesmo, tomei a iniciativa de te enviar por e-mail um resumo do que foi discutido no local, entre nós. Não quero que penses que é uma invasão de privacidade, minha intenção é colaborar com o teu crescimento e instigar, ainda mais o teu interesse pela educação. Consegui o seu endereço eletrônico através de uma amiga sua. Portanto colega, faço jus a sua colocação, e digo ainda: As práticas educacionais necessitam transformar as informações em conhecimento e o conhecimento em experiência, para que elas, ao ocuparem um espaço privilegiado na memória, levem cada aluno a concretizar as suas vontades conscientes, numa capacidade de gerenciar e administrar a si mesmo. Já que educar não é repetir palavras, mas criar idéias que venham "imunizar" o educando contra as desigualdades sociais e sua hierarquia desestruturada, muitas vezes, injustas; Podendo se tornar capaz de ir mais além e de se superar, pois como nos diz Paulo freire:" Somos seres condicionados, mas não determinados".
O profissional de educação precisa preparar os educandos para sobreviverem nas àguas turbulentas da emoção e desenvolver capacidade crítica. Porque o mundo e a sociedade em seu sistema capitalista, preparará cada um deles para "ter', enquanto a escola precisa ajudar a preparar para "ser"... Criadores, instigadores, inquietos, rigorosamente curiosos, humildes e persistentes. Mas, para que isso aconteça, o professor não pode se acomodar, ele necessita abrir os seus horizontes, cotidianamente, buscando e reprocurando "

No fórum Mundial Social, Edivan de OliveiraMachado noticiou há algumas pessoas, o grande interesse de Ana Cristina Mattes em participar do mesmo. Inesperadamente, começaram a ser enviados diversos e-mails à ela:
Falar de educação é sempre algo bom para nós professores. Para tanto, é certo que a educação hoje aponta para um novo professor, um novo aluno, uma nova escola, um novo sistema e um novo currículo. São estas as questões discutidas no fórum.
Quero ressaltar aqui que o saber do professor não merece privilégios a ponto de ser entendido como único, mas como potencial para ir além, partindo das necessidades e saberes dos educandos. (Débora Boff)

Acredito muito no que diz Paulo Freire: Ensinar não é transmitir conhecimento,mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou construção. Sendo assim o ambiente escolar torna-se muito favorável não só para o aprendizado do aluno como também o aprendizado do próprio professor. A cada dia o professor sai da escola um ser melhor com mais capacidade de ensinar o que aprendeu, ele aprende com seus alunos. Concordo com a colega Ana, nós professores somos capazes de mudar nossa maneira de ver as coisas, o nosso pensar.
Sou Daiany Pires e também concordo, pois só aprendemos quando construímos nosso próprio conhecimento. Só há aprendizagem quando acontece mudanças, transformações, quando há questionamentos. E nós educadores às vezes aprendemos mais com nossos alunos do que ensinamos.

Comentário de Lisete Bertotto - Profª do Pólo de Sapiranga de ECS
Há pormemores da vida de em educador que só quem compartilha a vida escolar pode entender. Assim quando a Ana fala que gostaria que todo estudante possa sair da escola diferente de como entrou é de um cosmos que estamos falando. Neste espaço estão os momentos de estudos e dedicação de alunos e professores para que essa tranformação possa ocorrer.Um ser-professor diferente a cada cotidiano como diz a Edilaine
O estudante lê
para sentir-se
ler, para sentir-se lendo, para sentir-se
lendo, para sentir-se vivo
lendo,

para tocar,
por um instante
e como uma suspresa.
O centro vivo da vida )
Ou seu fora impossível.
E para escrevê-lo. ( Jorge Larossa)

É assim que me sinto a cada descoberta de um aluno. tocando o centro da vida. E sentir-se gente mais gente como termina a Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire. E reconhecer a potencialidade de vida em cada instante de descoberta. Visualizar, como a Daiany, que muitas vezes nós educadores aprendemos mais com os alunos do que ensinamos
Oi, sou a Elisandra do pólo São Leopoldo,a visão das colegas,sobre que o professor também aprendem enquanto ensinam é verdadeira e tem lógica,desde que conheçam a realidade da clientela que vão atender e que apostem em uma educação emancipadora,pois um dos papéis do professor é ser um ser político e conscientizado.

COMENTÁRIO DE FABIANA GARCIA - polo de Sapiranga
Sou C, do polo de Sapiranga.
Penso que o professor deve ser um "eterno aluno". O professor aprende mais do que ensina. O professor que estiver preso a lista de conteúdos estará fadado ao insucesso. Ele deve ter sede de aprender e acreditar que tem muito a aprender com seus alunos. Deve ainda conhecer o dia-a-dia dos alunos, os saberes que trazem consigo e suas dificuldades. Deve para tanto, estudar para aprimorar sua prática docente. Assim o ensinar e o aprender não se separam. Como diz o mestre Freire: "Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes"
Sou Elenice Hahn do Pólo de Três Cachoeiras, penso como você Fabiana Garcia, pois o professor quando achar que não precisa mais buscar novos conhecimentos , a descobrir coisas novas.A missão dele como professor esta no fim.Acredito que a aprendizagem do aluno depende da disponibilidade do professor em interagir com os educandos.
- Há! o Edivan de OliveiraMachado Me enviou um e-mail, não faço idéia do que se trata... Endagou Ana Cristina Mattes, Vou ler, deve ser importante:
Olá colega, é com grata satisfação que me dirijo a você. Aproveito a oportunidade para anunciar a minha alegria, em saber o quanto se preocupas com a educação brasileira. Acredito no que vens discutindo com diversos profissionais da educação as informações que vens recebendo. Portanto, relevando o seu interesse aproveito para dizer o seguinte: Ensinar é conduzir os alunos a interpretar os fatos com profundidade, comparando, valorando, intervindo, decidindo e rompendo os amesquinhamentos existentes. Sendo que, para o professor conseguir trabalhar pontos relacionados à importância da criticidade humana, ele necessita cumprir o que promete, diz, anuncia, proclama e verbaliza. Se não concorda com fatos e questões, sem medo e com coerência, pode expor sua opinião, o que este não pode fazer, é entrar em contradição consigo mesmo. Como diz Augusto Cury, baseado nos estudos, também em Paulo freire: "A confiança é um edifício díficil de ser construído, fácil de ser demolido e muito díficil de ser reconstruído.
É preciso entender que, um bom professor precisa aprender a criticar suas próprias idéias e as suas práticas educacionais, virando a mesa contra as suas acomodações, e enfrentando seu cansaço e dificuldades existentes na profissão, para depois poder ensinar e mostrar ao aluno, que eles podem e devem gerenciar seus pensamentos e emoções para não serem comandados por "senhores".
A educação tem que desenvolver uma inteligência que leve cada indivíduo a pensar antes de reagir, expor e não impor idéias, a ter espírito empreendedor. Os estudantes, assim como seus formadores, precisam reconhecer sua força e seus limites, aprender a enfrentar os seus problemas e não o negar. Isso se dá, através de uma experiência concreta com a aprendizagem, onde consegue - se construir possibilidades de vivenciar um conhecimento construído, no seu dia - a - dia.

Espero ter colaborado e incentivado, ainda mais, a tua luta e o teu conhecimento... Um grande abraço!!!
Assim sendo, Ana Cristina Mattes resolveu construir um blogger, para que pudesse ocorrer uma veinculação de idéias e informações. Aos poucos, vários comentários começaram a ser postados.

Eu, Edilaine concordo contigo colega Fabiana, pois acho fundamental que o professor busque aperfeiçoamento, caso contrário ele cai na triste história de ficar para trás e não saber o que acontece na educação. Com certeza se tornará um professor mediocre, sem visão do que acontece ao seu redor.

Eu, Edivan de OliveiraMachado, quero contribuir com a discussão provocada por vocês, Edilaine e Fabiana, anunciando, o seguinte: Penso e acho que "ser professor" é formar alunos com ética, sem mentiras, imparcialidades e inverdades. Pelo contrário, ele necessita possuir respeito pelos outros, coerência, capacidade de viver e de aprender com o diferente, perseverando sempre em suas obrigações, enquanto educador. Obrigações estas, que exigem do profissional maior lealdade às análises e críticas apontadas, pelo mesmo. Já que ele(a), influência diretamente ou indiretamente nas concepções, na reafirmação, negação, criação e resolução de saberes, a serem constituídos e formados pelos próprios alunos.
A prática educativa em todos as instituições de educação, sendo elas: privada ou pública, necessita formar sujeitos históricos, transformadores, através de tarefas docentes voltadas para a construção de sujeitos da procura, da decisão, da ruptura, da opção, não por uma sociedade injusta, obediente aos interesses do lucro, e sim, por uma sociedade que condena a imoralidade, a hipocrisia, a discriminação racial, de classe e de gênero.
De nada adianta ensinar se, no dia - a - dia de sala de aula ou algum outro espaço apropriado para ocorrer a aprendizagem, os educandos e os educadores não formarem "saberes" que intervém, que transforma, que constata, compara, avalia, valora, que decide, que rompe com toda e qualquer falta de ética que, possivelmente venha interferir no "bem - estar" da humanidade.
O formador, também é sujeito. Isto demonstra que permanentemente o professor ao acumular os conhecimentos e conteúdos está sendo formado pelas idéias, análises e abordagens deles, a partir da sua vivência cotidiana. Por esta razão, reconhecendo - nos todos como sendo sujeitos, não é de responsabilidade do educador transferir conhecimento, pois na nossa espécie humana cada indivíduo registra milhares de estímulos externos e internos nas matrizes da memória, independentemente da vontade humana.
Este reconhecimento, demonstra e afirma a teoria defendida por grandes psiquiatras e cientistas, entre eles Augusto Cury. A mente por estar sempre funcionando, continuamente trabalha e explora o território da emoção, o anfiteatro dos pensamentos e os solos conscientes e inconscientes da memória. Assim sendo, o professor acaba possibilitando a produção e a construção de conhecimentos significativos para a vida do aluno, enquanto pessoa, dotado de inteligência e racionalidade, na medida e no momento em que este, já possuí interiorizado e registrado em sua memória, mesmo que ele não tenha clareza ou recorde - se disto, conhecimentos prévios relacionados e ligados ao conteúdo e assunto a ser trabalhado e desenvolvido em aula. Passando a demonstrar que a função do professor é mediar o conhecimento, servindo de "ponte" e "escada" para que os alunos cresçam, numa troca recíproca de informações, onde quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
Sou Dulce Boff, e lendo Pedagogia da Autonomia, pude refletir um pouco no que diz Paulo Freire: "Ensinar exige pesquisa".
O Ensino necessita de pesquisa. Através da pesquisa, da mente aberta, o educador estará sempre buscando o que não sabe, podendo proporcionar assim novos questionamentos.
Há que se compreender que antes de tudo é nós professores que devemos desejar conhecer para aprender o que não sabemos e comunicarmos a novidade de forma que alcance o prazer e, conseqüentemente o conhecimento.
Você que é professor, tens o desejo de aprender constantemente?
Olá colega eu Fabiana Sparremberger tenho com certeza o desejo de aprender constantemente,pois acredito que nós professores devemos estar sempre em busca de novos conhecimentos, como diz Paulo Freire: "Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino".
Oi, estou chegando para a conversa agora, sou a Elsa Martins. A fala de Paulo Freire que me fez refletir, foi sobre o inacabamento do ser humano. Pois se nos vemos assim inacabados sempre teremos o que aprender.

Realmente, Elza Martins, eu,Edivan de OliveiraMachado, concordo contigo e acrescento, todos nós somos seres em "construção", a todo instante estamos entrando em contato com as diversas culturas, diversos pensamentos, diversas ciências e descobrimentos tecnológicos , medicinais, científicos, enfim... O mundo não para e o seu desenvolvimento, também não. Por isso, na escola se faz necessário compreender as inúmeras possibilidades, opções, decisões que podem ser tomadas. Mas tudo acontece de maneira proveitosa e positiva, quando através da curiosidade procura - se conhecer o "desconhecido", sempre com uma consciência crítica, com capacidades de questionamento, responsabilidade social, ousadia, capacidade de superação, habilidades para criar e aproveitar oportunidades, serenidade, reflexão, liderança, coragem e otimismo.

Sou Grasiela Birck, do pólo de São Léo.
Lendo o texto de Paulo Freire, As Qustões de Nosso Tempo, retirei uma frase que considero importante:
"A realidade não pode ser modificada senão quando o homem descobre que é modificável e que ele o pode fazer."
Como professores muitas vezes temos vontade de modificar o mundo, pensamos se tal coisa fosse diferente, a educação poderia ser melhor, as escolas poderiam ser melhores.
Apesar de não conseguirmos mudar o MUNDO, se acreditarmos conseguimos, ao longo tempo, depois de muito trabalho, mudar NOSSO mundo e de nossos alunos também.
Mas como diz Paulo Freire, primeiro devemos reconhecer que nós somos modificáveis e perceber o que está ao nosso alcance.

Olá Grasiela, sou Elizabeth Koch, do Pólo de São Leopoldo. A frase que escolheste é excelente e elucida uma grande vrdade. A de que nós seres humanos, podemos modificar a realidade em que vivemos, quando percebemos que esta realidade é modificável e que nós temos o poder para fazer esta mudança.
Sua frase vem de encontro a uma que escolhi para elucidar essa conversa, a de que “Aprender é um ato coletivo, solidário e um meio de transformação social”. Todo professor deve ser um educador - educando e todo educando deve ser um educando - educador. Isto é um processo natural e simultâneo e mostra que as culturas e vivências devem ser compartilhadas. Quando colocadas em prática, tanto sua frase, quanto a minha, as barreiras existentes entre educadores e alunos não mais existirão. Havendo assim, a construção coletiva do conhecimento.
Oi, colegas acho ótima a colocação acima, o professor sempre aprende com seu aluno e isso é passado adiante criando um círculo de aprendizagem.
As vivências do professor mistura-se a do aluno e juntos podem lutar por um sociedade mais justa. Sou a Edilaine.
Pessoal, percebo que todos fizeram suas leituras e estão fazendo boas colocações. Agora vamos mostrar que mudança é possível. Não tem necessidade de colocar o nome após cada fala. Estamos construindo uma história
coletivamente, a página pessoal é que relata a tua participação . Em falas muito longas, que tal um link? Sugiro que apaguem seus nomes. Então o que acham????
Eu acredito muito no "ser professor de verdade", é aquele que não desanima, está sempre procurando coisas novas, se reciclando. Este curso da UFRGS, nos chegou somente agora, mas isto não quer dizer que neste tempo que ficamos "fora" da sala de aula,nós não procurávamos nos aperfeiçoar. Professor está sempre procurando algo novo para poder transmitir para seu aluno. Sou

Eliana Jeck

Gostei do texto Projeto Pedagógico, leitura do mundo e a festa da escola cidadã onde é explicado que para fazermos uma escola cidadã é preciso criar um projeto pedagógico baseado na leitura do mundo e que podemos fazer isto através de uma festa, A Festa da Escola cidadã. Nesse texto evidencia que as festas podem favorecer, por exemplo,um trabalho contínuo de avaliação e de reconstrução do próprio projeto de vida , de escola, de cidade ou de sociedade, da equipe escolar, que é convidada a refletir e a observar as diferenças pessoais grupais ou institucionais ali presentes. Com esta idéia fica mais fácil trabalhar pois estaremos conhecendo melhor o aluno e em cima de tudo isso com certeza realizaremos grandes conquistas, e como gostamos de nossos alunos e queremos o melhor para eles e para nós achei esta idéia fantástica.


Devemos como diz Paulo Freire : Pensar certo. Criar possibilidades para que o aluno construa seu conhecimento. Isto exige muito de nós. Precisamos vigiar nossos atos e sentimentos e ter humildade. Não esquecer contudo a rigorosidade metódica, tão necessária ao pensar certo.
Sou Dulce Boff e acredito que devemos aceitar o novo, vigiando nossos atos. Em minha prática como professora acredito que acrescentar significa não excluir, mas considerar o que já existe com respeito ao mesmo tempo em que se deve aceitar o novo.Ao tratarmo da educação independe raça, religião, classe social; todos merecem o mesmo olhar, as mesmas preocupações. A democracia caminha a partir do respeito e da inclusão.
Pensar certo como afirma Freire não é transferir seu pensar ao outro, mas desafiá-lo, e ensinar esse pensar é algo que se faz e que se vive enquanto dele se fala com a força do testemunho.
comp1.gif Acredito que somos professores que vivemos em constante aprendizado, caso contrário como vamos nos considerar educadores?
Pois, "...ensinar exige alegria e esperança"; e isto são passos da nossa caminhada como professor.
Começa quando assumimos nossa profissão e estende-se por longos dias de nossa docência.
Sempre acreditei que devemos fazer bem feito aquilo que nos dispomos a fazer. Estar ciente de certas necessidades na realidade de nossas escolas não pode ser motivo para acomodação, falta de entusiasmo, descomprometimento ou desdém de si mesmo e dos educandos. Se assim tiver de ser a nossa prática, antes a abandonemos.
A esperança sempre esteve na vida de Paulo Freire e, quando ele fala disso nos enche de esperança também, certamente pela convicção que tem da importante tarefa de educar e da forma bonita com que aborda tantos saberes.
Continuaremos a ter esperança, pois sonhamos com ideais, em nossa caminhada buscamos sempre melhorar.
Assim, ao longo da nossa carreira profissional, podemos entender que aquilo que tirar a alegria de nossa sala de aula, pode ser superada pela esperança que nos move. (Débora Boff)
E esta esperança está no cotidiano de nossos alunos, por isso a importância de trabalhar a partir de suas vivências.
Como dizia Paulo Freire, devemos trazer a realidade do aluno para dentro das salas de aula pois é através destas vivências que ele se sente motivado, e é onde ele encontra um ponto de partida para desenvolver as suas habilidades.
Daniela Albrecht

Sou Grace Débora Kunst, do polo de Sapriranga, e concordo com todas minhas colegas quando dizem que apesar das inumeras dificuldades por que passam nossas escola e até nós professoras como seres humanos que somos, não existe motivo para acomodação. Cada vez mais devemos tentar nos inserir no mundo de nossos alunos e trabalhar a partir daí, pois hoje em dia os valores familiares e morais não são mais os mesmos e temos que descobrir o meio em que este aluno vive, para muitas vezes entender algumas de suas atitudes.

Paulo Freire em uma de suas obras disse que " atualmente não se entende mais a educação como formação, mas como treinamento". Para não nos tornarmos meros treinadores de alunos e sim educadores de futuros cidadãos, temos que nos desa como darmos e educarmos a partir das vivências de nossos alunos.

Sou Fabiana Sparremberger do pólo de Três Cachoeiras, e venho colocar minha opinião, de que a educação atual, de princípios neoliberais vem contribuindo e levando os interesses da globalização que dita as normas do mercado e os valores, os comportamentos e todos os seres do planeta. Portanto se quizermos alguma mudança, um dos caminhos é seguir Paulo Freire, reinventando para os dias atuais. Seu trabalho foi mais centrado nas mudanças sociais e politicas, levando o idividuo a emancipação . As pessoas segundo Paulo Freire precisam sentir-se como agente de mudança,como sujeitos capazes de transformar a sociedade. Para ele o amor pelas pessoas e pelo mundo tem um poder fundamental, é característica mais importante no diálogo para o acesso a libertação. Sabemos que para atingirmos isso é muito difícil, nos exige muita reflexão muita mudança em nós mesmos.
Sou Elaine do pólo de Três Cachoeiras, concordo contigo Fabiana, realmente se reinventarmos Paulo Freire para os dias atuais, cocerteza as Escolas não serão mais as mesmas. Estou lendo Paulo Freire pela primeira vez e estou encantada com sua obra.
Paulo Freire fala "transformar a experiência educativa em puro treinamento técnico é amesquinhar o que há de fundamentalmente humano no exercício educativo: o seu caráter formador." Acredito que o que falta para o ser humano é caráter, ética, respeito...
“Por isso é que na formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática.” Paulo Freire
Durante a leitura realizada e agora refletindo sobre esta frase de Paulo Freire e as idéias de minhas colegas, podemos perceber o quanto a reflexão é importante para a avaliação e aperfeiçoamento de nosso trabalho.
Quando nossa colega Dulce cita sobre a busca incessante de conhecimentos dos professores, me pergunto se realmente todos os professores buscam seu aperfeiçoamento, e refletem sobre essa busca. A sociedade, os dias se modernizam e se desenvolvem constantemente, e para que possamos acompanhar esse desenvolvimento e realizar um trabalho eficiente e que acompanhe e sucite o desenvolvimento dos educandos faz-se necessário um bom preparo dos educadores.
Ainda como Ana Cristina nos fala, “queremos que todo estudante saia da escola diferente de como entrou”. Para que essa frase faça efeito, que tome sentido em nossas escolas, busca pesquisa, aperfeiçoamento, amor, dedicação entre outros, e acima de tudo análise crítica sobre a prática educativa, são indispensáveis. (Edinara)

Diz Freire que "ensinar exige a convicção de que a mudança é possível", e eu acredito.
Se nisso não acreditarmos, para que educar?
Como disse a colega, “queremos que todo estudante saia da escola diferente de como entrou”. Então a educação não pode ser mera reprodutora de uma ideologia dominante, mas conduzir a reflexão crítica e apontando realidades "escondidas".
Vale ressaltar que, muito mais que uma lista de conteúdos o currículo deve adaptar-se as reais necessidades dos educandos, da sociedade na qual se inserem.
Meras repetições, decorações de conceitos auxiliam somente na formação de seres dominados por uma ideologia dominante, em que é melhor calar e servir sem reivindicar qualquer direito. (Débora Boff)

Sou a Bete Neto do Pólo de São Léo e entrando na conversa, depois de ler vários depoimentos, vejo que nós professores somos esses seres dos quais Paulo Freire retrata em suas reflexões. Precisamos sempre e estamos procurando nos aperfeiçoar para então sentirmos plena, pois ser professor é um estado de graça.
concordo com a colega Grace quando fala que o mestre Paulo Freire em uma de suas disse que "atualmente não se entende mais a educação como formação, mas como treinamento." Por isto acredito que sempre o professor dedicado está em busca para atingir os objetivos que são métodos diferenciados para daí atingir a motivação que o educando precisa para despertar interesse e o gosto pelos saberes.

Sou a Denise Ribeiro Martins do Pólo da Alvorada e cotinuando essa bela história que é uma reflexão sobre educação e nós mesmos como educadores venho de encotro ao que diz as colegas, precisamos sempre estar nos reciclando, procurando várias maneiras de despertar o interesse dos nossos alunos com amor, mas também com disciplina,para que tenhamos sucesso nessa nossa caminhada, concordo com as colegas quando referem-se ao preparo, modernização, inovação, para que nossos alunos saiam da escola diferente do que entraram, pelo menos mais críticos com seu caráter mais solidificado, mais cidadões, capazes de mudança de transformar a sociedade.
É o amor que nos faz sermos diferentes, educarmos com gosto, vontade, nossos alunos sentem que adoramos o que estamos fazendo e assim sentem vontade de aprender se tornam cidadãos conscientes e capazes de mostrarem aos outros aquilo que aprenderam de bom na escola.

A leitura do livro “Pedagogia da Autonomia” é bastante provocativa, nos faz pensar sobre a prática educativa, bem como sobre nossos conhecimentos.
Concordo com o citação de Elsa Martins, quando diz “Pois se nos vemos assim inacabados sempre teremos o que aprender”. Temos de estar sempre numa incessante busca de conhecimentos, pesquisando, construindo e reconstruindo nossos saberes.
Saber valorizar e respeitar os saberes que os educandos trazem em sua bagagem, buscando relacioná-los ao conteúdo que é ensinado, também é de suma importância. Desta forma sairemos dessa educação tradicional e seremos capazes de despertar no educando a curiosidade critica, fazendo com que ele produza e construa seu próprio conhecimento.
Mas para que isso tudo aconteça o professor deve estar aberto a “críticas”, aceitando mudanças que venham a aprimorar e talvez reconstruir seus saberes e fazeres. (Elenice Magnus)

Oi, sou a Edilaine e o assunto aqui é a reciclagem de professores, a busca por aperfeiçoamento de sua atividade. Gostaria de colocar que hoje estou muito feliz pois em minha escola muitas colegas não tem graduação ainda e consegui convencer algumas da importância de voltar a estudar, enfim 7 colegas vão fazer o vestibular para esta faculdade a distância ( se ela realmente acontecer) no próximo semestre. Quem saírá ganhando é nossa escola, nossos alunos.

Olá, sou Evanice Schnath Mendes Loch,do pólo de Alvorada. Para Paulo Freire o educador também está em permanente processo de ser, de se formar. Quanto mais abertos estejamos à cultura, ao conhecimento, ao aprendizados das vivências que experimentamos, quanto mais aprendemos as artes de viver, maior riqueza humana, melhores conteúdos estaremos levando para a relação pedagógica. Podemos partir de um levantamento participativo dos saberes populares, podemos escolher temáticas conectadas com a experiência existencial dos educandos. Será um rico processo educativo, serão temáticas próximas as suas vivências. Os educandos poderão ser mais sujeitos da produção e apreensão do saber.


Sou Elizete Borges, do Pólo de Três Cachoeiras. Lendo as colocações de cada uma das colegas, percebi o quanto que as propostas de Paulo Freire nos influenciam para desenvolver uma Pedagogia Libertadora.
Acredito que o respeito pela individualidade do educando e pelo saber que ele carrega consigo, adquirindo através de suas vivências, são saberes necessários à prática educativa. Palavras como amor, respeito, crescimento, diálogo e consciência, são chaves para o conhecimento, refletindo a sua preocupação com o ser humano como um ser em construção, sempre em busca do conhecimento. Essa busca inicia-se com a leitura do mundo e das palavras, daí a importância dada por ele ao ato de ler.
“A leitura do mundo precede a leitura da palavra, uma vez que é da leitura do mundo que nasce a palavra”. Paulo Freire
A leitura do mundo e das palavras exige de nós, educadores que sejamos comprometidos com nossos alunos, para Paulo Freire, o educador torna-se companheiro dos educandos, não é apenas o que educa e sim também o que aprende.
Na obra “Pedagogia do Oprimido” o autor cita em seu primeiro capítulo sobre a educação “bancária”, onde o educador é o sujeito, conduz ao educando a memorização mecânica do conteúdo, faz depósitos de conteúdos onde memorizam e repetem. O professor “deposita” o saber e o “saca” através do exame.
Portanto, os seres humanos estão sempre em busca dos saber, do conhecer e isso é se humanizar, é lutar pela sua libertação.

Sou Eliane Vieira, do Pólo de Três Cachoeiras, observando as demais colocações feitas pelas colegas percebi que as propostas de Paulo Freire nos enfluencia discutindo a prática educativa crítica ou progressista que devem ser conteúdos obrigatórios a organização programatica da formação discente. Os educadores devem dar possibilidades para a produção e a construção dos conhecimentos quando vivemos a autenticidade exigida pela prática de ensinar-aprender participamos de uma experiência inovadora que nos leva a crítica e a recusa ao ensino.
A tarefa docente não é apenas ensinar conteúdos mas também ensinar a pensar certo, conhecer o conhecimento existente,é estar aberto e apto à produção do conhecimento e da pesquisa, pois não há pesquisa sem ensino.
Todas as experiências dos alunos fora da sala de aula devem ser consideradas , pois tem um peso significativo na avaliação da experiência doscente numa perspectiva progressista.
Ele também nos adverte sobre Ensinar não é transferir conhecimento mas criar possibilidades para a construção do comhecimentopois somos predispostos a mudanças e devemos ter a consciência do inacabamento que faz aprender a ter respeito a autonomia do educando dando espaço para estes participarem da avaliação.
Paulo Freire também também coloca que ensinar é uma especificidade humana que exige segurança e competência profissional.
A segurança com que a autoridade docente se move implica na competência profissional.A presença do professor deve ser em si uma presença política capaz de intervir no mundo deve saber escutar. Escutando que aprendemos a falar com os alunos levando a dinâmica entre ensino do conteúdo e o ensino de que é e de como aprender.
O educador progressista precisa estar convencido que a condição humana fundante da educação é precisamente a inclusão do próprio ser histórico na prática educativa. Paulo Freire nos adverte contra práticas de desumanização como uma das formas de luta capaz de promover a ética universal do ser humano.O homem é sujeito da educação, constrói-se e chega a ser sujeito na medida que integrado no seu contexto reflete sobre ele e com este se compromete tomando consciência de sua historicidade numa relação dialógica.
A educação deve assumir um caracter amplo, não restrito a escola em si e nem a um processo de educação formal.

Sou Gizelda RItter do Pólo de TRês Cachoeiras. Tenho a convicção de que ser professor é ensinar e exige o cultivo da humildade e da tolerância. É ter consciência que o ser humano é inacabado, em busca do fortalecimento da esperança e da utopia.Durante minha formação destaco alguns pontos marcantes: que devo apreender a realidade, não apenas para me adaptar, mas sobretudo para transformar, intervir, recriar, como uma aventura criadora e não mera repetição. Que em respeito aos alunos não tenho porque omitir minha opção política, ao contrário devo comparar, escolher, romper, decidir, advertir sobre este direito de escolha aos meus alunos, assumir nossas convicções, nossos limites, não temer as novidades, ofender-se com as discriminações, as impunidades e lutar por justiça.Percebo que estes ensinamentos eram baseados em pensadores como Paulo Freire que cita; "A adaptação a situações que negam a humanização são conseqüências da dominação". Intervir na realidade para gerar novos saberes, demonstrar com atitudes, concretizar, aproximar o que digo e o que faço.
"Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação'. Pessoal pensando nesta frase convido a darem uma passadinha na sala sobre diferenças de classes clicando no link abaixo. Escrevam sua opinião nesta ou naquela página. Que tal não se identificar?
OI, COLEGAS!!
Acho que nessa época do ano é bastante propícia todas essas discussões levantadas aqui sobre a verdadeira função de um professor e do quão importante é o seu papel social, desenvolvendo no seu aluno a consciência crítica, motivando-o para modificar a sua realidade enquanto sujeito de suas aprendizagens.
No entanto lendo todos os relatos de vocês fiquei me questionando sobre o sistema de avaliação utilizados para promover os alunos para o ano seguinte. Será que estes sistemas de avaliação estão levando em conta toda esta proposta social da educação ou ainda é um sistema excludente e injusto que demarca com quantificações mensuráveis o saber de nossos alunos??
Acredito que a avaliação já melhorou muito, pois passou de mera nota, para parecer descritivo com conceito. Pelo menos é assim que funciona no município que trabalho. Se é de todo justa, sempre será dúvida. Avaliar é de fato muito difícil, consiste num conflito para muitos de nós. Não temos todas as respostas, nem sempre acertamos o caminho. Mas precisamos pensar certo e seguir nossa ética.
ELISANDRA AMARAL,complementando a colocação da colega Gizelda em relção a questão da avaliação ,é muito angustiate ter que assumir o papel de "juíz" no final do ano,claro que temos as evidências e registros que nos dão apoio para tal decisão,mas abro caminho para mais um questionamento:será que eu trabalhei verdadeiramente para que meu aluno desenvolvesse a sua consciência crítica?Pois se quero mudanças na sociedade e educação não preciso obrigatóriamente esperar pelo sistema,posso começar a transformar a partir de agora.

Com o passar dos dias, Ana Cristina Mattes, não tendo mais tempo para acessar o seu blog, ficou restrita de todas as informações, foi então que lembrou de sua idéia inicial.
- Mas como pode eu, crieu um blog educacional para que pudessemos trocar idéias e crescermos, ainda mais, profissionalmente, mas nunca mais entrei nele!!! Será que algém comentou algo???
De repente, Ana Cristina Mattes fica perplexa e sem palavras. Não conseguia imaginar o quanto ela estava podendo colaborar para a ampliação de idéias e práticas, que diretamente ou indiretamente, poderia acrescentar na prática escolar.

Foi então que...
Alguma de vocês já foi dar uma olhada nas outras salas?
É, Ana Cristina Mattes, parece que às vezes, nosso tempo fica curto. Mas não podemos deixar que isso nos abata. Para discutir sobre educação, não há mau tempo! E é assim, sendo transparentes em nossas atitudes é que realmente poderemos crescer mais e mais.Somos seres em constantes transformações: pessoalmente e profissionalmente.E como, somos criaturas sensíveis, acredito sempre que EDUCAR, É ARTE DO CORAÇÃO !Um beijo a todos que nestes relatos têm se mostrado tão responsáveis por esta ARTE.Sou a Fernanda do pólo de São Leopoldo.

Olá, sou Fabiana V. Leal, do pólo de São Leopoldo e como as colegas, concordo plenamente com as idéias de Paulo Freire, pois somos seres inacabados e é através da troca de saberes que ocorre a aprendizagem. Precisamos sempre valorizar os saberes que nosso aluno já traz consigo e conhecer a realidade em que o mesmo está inserido. Segundo Freire: "O educador democrático não pode negar-se o dever, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão." (Pedagogia da Autonomia, pg.28) Então, precisamos intervir para que nosso educando torne-se um cidadão consciente e crítico, sendo capaz de transformar a realidade em que vive.

Novamente, gostaria de comentar algumas das idéias de Paulo Freire, com as quais concordo em gênero, número e Grau. Freire diz: "Ensinar se alonga à produção das condições em que aprender criticamente é possível. E essas condições implicam ou exigem a presença de educadores e de educandos criadores, investigadores, inquietos, rigorosamente curiosos, humildes e pesistentes". Sendo assim, é dentro de nossas salas de aula que este processo ocorre e nosso aluno só aprende se realmente tiver curiosidade e interesse por aquilo que está aprendendo. Obviamente que não devemos pretender modificar o mundo, mas a cada sementinha que plantamos, estamos contribuindo para que isto ocorra.
Fabiana V. Leal Pólo São Leopoldo

Olá, sou Dione Pires do Pólo de São Leopoldo, li os comentários da Elizabeth Kock e concordo quando ela diz que a educação é um ato solidário, porque para ocorrer a aprendizagem é necessário que ocorra o ato de mediação, e isto só acontece quando nos envolvemos com alguém, procurando ajudar e também ao mesmo tempo em que somos auxiliados porque sempre que procuramos ensinar, também estamos aprendendo.
Voltando a questão inicial, iniciei minhas atividades no magistério no Colégio Bom Conselho - em Porto Alegre. Lá me formei no ano de 2000. Comecei a trabalhar em Novo Hamburgo no ano de 2001, com Educação Ifantil. Foi uma ótima experiência, porque com os pequeninos aprendi muitas coisas. Entre elas a exercitar a paciência e a observação. Também, aprendi a fazer os pareceres descritivos e a escrever muito sobre as criancas. Essa minha primeira oportunidade foi na Escola Batista Cristo é a Vida, que fica em Novo Hamburgo. No ano seguinte, como meu desempenho foi muito bom, passei a trabalhar com uma turma da 1ª série, também, aprendi muito, principalmente no que se refere à alabetização, foi ótimo ver as crianças aprendendo a ler, cada um no seu tempo. Fiquei trabalhando durante 2 anos com a 1ª série. Foi excelente. Mas em 2003, passei a trabalhar com a 3ª série e tive que pedir demissão da Escola, porque foi chamada para trabalhar em Dois Irmãos, como Professora do Município. Vou para por aqui porque preciso dar umas voltas pela página.

Emília Peters da Costa / Pólo São Leopoldo

Emília, está sou eu, uma mulher segura do que quer, que ama muito viver, que acredita nas pessoas, mas que prefere viver no meio de crianças e animais, porquê? Acho que não quero crescer e me tornar um adulto chato. Vivo numa cidade de tão pequena, que se conhecem uns aos outros, mas ainda não conhecem a si mesmos. Trabalho numa escola onde acreditamos que estamos fazendo o melhor para cada criança, mas ainda não aprendemos a acreditar em nosso próprio potêncial.
Desde o principio da minha existência sabia que só poderia ser feliz se quando crescida, trabalha-se com crianças ou animais, optei por ser professora, e a cada dia sei que estou no caminho certo, pois como diz Madalena Freire "..só ama ensinar, quem ama aprender". Assim vivêncio o ser professor, amando muito a cada dia que passa.
Ousadia, o que é isso? Fazer o que os outros não conseguem, mas querem fazer, então eu sou ousada para tudo que tenho vontade na vida, não espero alguem fazer, eu faço.
O que tenho medo? De tudo, mas estou vencendo meus medos, assim apredendo a viver.
Dialogar? Sobre tudo, a vida sem palavras, não é vida.

Sou profª Elaine Fátima Serena Lazzarotto do Pólo de Três Cachoeiras. Lendo o posicionamento dos colegas coloco também minha participação à respeito.No livro "Pedagogia da Autonomia", Paulo Freire faz uma relação de saberes necessários à prática educativa, proporcionando aos educadores uma reflexão sobre suas atitudes, pois elas influenciam significativamente na formação do educando.
Uma tarefa importante da prática educativo-crítica é propiciar condições em que os educadores em suas relações uns com os outros e com o professor, assuman-se como um ser social e histórico, um ser pensante, comunicante, transformador, criador e realizador de sonhos.
A prática educativa jamais deve deixar de ser feita com alegria e esperança. A esperança de que o professor e aluno, juntos, possam aprender, ensinar, inquietar-se, produzir e igualmente resistir aos obstáculos à alegria. Pois a esperança faz parte da natureza humana. O papel do ser humano no mundo, não é só de quem observa o que ocorre a sua volta, mas também, o de quem intervém como sujeito de ocorrências. não apenas como objeto da história, mas um sujeito consciente, com capacidade de mudanças.
É digna de nota, a capacidade que tem a experiência pedagógica para despertar, estimular e desenvolver em nós, o gosto de querer bem e o gosto da alegria, sem a qual a prática educativa perde o sentido. é esta força misteriosa, às vezes chamada vocação, que explica a quase devoção que a grande maioria do magistério nele permanece, apesar da imoralidade dos salários. E não apenas permanece, mas cumpre o seu dever, amorosamente.
É nesse sentido que Paulo Freire transmite suas idéias no livro, através da ética, amor e alegria por ensinar, que os educadores desenvolvem nos educandos a capacidade de autonomia de pensamento, construindo assim, a "Pedagogia da Autonomia".

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