leia a história e escreva a sua continuação no bloco de notas. Depois, EDITE a página e cole lá no final. Para finalizar, salve. Se, ao salvar aparecer uma mensagem que tem alguém editando a página, clique em CANCEL, feche a página e volte mais tarde :)


abracao_urso.gifBom pessoal! Vamos continuar a conversa...

Sou professora da escola Zaira Hauschild no município de São Leopoldo há 11 anos. Trabalho com a 3ª série do ensino fundamental, à tarde, de manhã trabalho no laboratório de informática. Desde o princípio procuro buscar uma melhora na qualidade do meu trabalho, fazendo cursos e trocando experiências com minhas colegas de profissão. Vejo que a escola de hoje não contempla as necessidades das crianças, adolescentes e adultos, pois muitas vezes não leva em conta a realidade dos alunos, tentando permanecer alheia a realidade da sociedade da qual faz parte.luciane_dutra

Meu nome é Juçara Becker, moro em São Leopoldo, sou aluna do curso de Pedagogia a distância da UFRGS. Neste ano sou professora de duas turmas de quarta série.
Minha vida profissional tem sido variada. Fui recepcionista, auxiliar de escritório, secretária, secretária de redação, digitadora. Sempre “ganhando a vida”, mas nunca estava satisfeita, sentia vontade de fazer algo importante “na vida”.
Até que em 97, comecei a trabalhar com crianças em situação de risco social. Desde então muita coisa aconteceu.
A nível médio cursei Técnico em publicidade e havia iniciado a faculdade de jornalismo. Quando comecei o trabalho com as crianças busquei formação na área do magistério e continuei estudando, participando de cursos, seminários, etc.
Lídia Cezimbra




Olá colegas!
Eu tenho o mesmo pensamen que a colega Izto

Pra mim, ser professora é importantíssimo, tenho consciência do que represento para meus alunos e alunas. Sei o quanto eles me observam.
Assim como nós, enquanto alunas observamos e nos espelhamos em nossas professoras e professor do PEAD/UFRGS.
O valor que uma criança dá para o certo no caderno, o elogio, o sorriso, a compreensão, o abraço, enfim tudo aquilo que vem da professora e é bom, acredito ser maior do que possamos imaginar.
A função da professora é valorizada sempre, independente de quem sejam os alunos. Meu filho cita, diariamente, as façanhas dos professores do cursinho, elogia, imita, aprende.
Ser professora é passar 20 anos e sentir saudades, é admiração, é troca, é aprender e ensinar.
Como educadora tenho tido o privilégio de atuar em diferentes realidades, como: alfabetização de adultos, com meninos e meninas em situação de rua e com crianças de terceiras e quartas séries.
Realidades diferentes geram experiência e formação, mas como diz Freire: * essas experiências não podem ser simplesmente transplantadas. Podem e devem ser explanadas, discutidas e criticamente compreendidas por aqueles e aquelas que exercem sua prática em outro contexto, no qual somente serão válidas na medida em que forem reinventadas (...) É tão errado o fechamento a experiências realizadas em outros contextos quanto a abertura ingênua a elas, de que resulte a sua importação pura e simples.

Juçara Becker
  • Paulo Freire, ètica, Utopia e Educação - Danilo R. Streck – organizador – p. 97 – Editora Vozes


Meu nome é Izolete Lazaroto da Silva, moro e trabalho em Alvorada. Sou professora há 18 anos, atualmente trabalho com alfabetização, 1º série à tarde. Minha vida profissional tem sido, até aqui, muito gratificante, a cada dia que passa gosto mais do que faço e tenho consciência que ser professora exige que tenhamos muitas habilidades, mas as principais habilidades de um professor deve ser a prática da liberdade, da generosidade, da humildade, da segurança e competência profissional diante do ensinar e aprender. Citando Paulo Freire: "Ensinar exige segurança, competência profissional e generosidade".

• Paulo Freire - Pedagogia da Autonomia - Pg 102,capítulo 3.

Meu nome é Ivete Adelina Pinheiro, aluna de Pedagogia à Distância do Pólo de Gravataí, sou professora hà 29 anos, em escola estadual , atualmente dando aula para a primeira e quarta série do ensino fundamental em Porto Alegre.Ser professora, é para mim quase inerente a ser artista,é saber usar o dom das palavras, é a arte de dar uma aula diferencial das que rotineiramente damos, é ter coragem, audácia e persistência nos propósitos e mudanças. A aula é um espaço livre que nos é dado para exercitemos o nosso e o pensamento de nosso aluno. As aulas são para se fazer pensar. Mesmo que esta aula seja rotulada de "bagunça", pois para mim aulas não é apenas aplicar matérias mas dar sentido ao conteúdo. Enfim ser professor é estar envolvido com todo o processo ensino/apendizagem.

Olá.colegas de sala,é um prazer estar aqui para conversar com vocês.me sinto como se estivessemos na sala de professores e então vamos nos conhecer...Meu nome é Jane,moro em Porto Alegre e faço o curso de Pedagogia no pólo de Gravataí.Leciono a mais ou menos 5 anos(começo de carreira) numa Escola Estadual dou aula para 30 alunos,da segunda série.Gosto muito de dar aula e acredito que a aprendizagem só se faz satisfatória,quando tem significado para o aluno.Continuando a conversa,trabalho em uma escola onde os alunos são oriundo de algumas das vilas de POA.É bem díficil,pois estas crianças nào tem apoio de suas famílias,tem problemas emocionais e problemas de aprendizagem.Mas com dedicação e amor temos conseguido progressos com nossos alunos.Ah!!mais uma coisa sou colega da Ivete no pólo de Gravataí.Nos conhecemos no dia do vestibular e não nos separamos mais.Até mais!!! Um beijo pra ti Ivete!!

Olá colegas, meu nome éLoiva, sou aluna do pólo de Três Cachoeiras, estou achando muito interessante esta forma de participação e de troca.Sou professora da rede estadual, tenho 23, quase 24, anos de profissão. Minha experiência maior é com classes de alfabetização, posso dizer que é uma paixão, atualmente sou a diretora da escola que trabalho há 16 anos, tenho muita saudade da sala de aula, mas por vários motivos acho que este é o momento de fazer a minha parte na gestão desta escola.Tenho algumas leituras de Paulo Freire, pedagogia do oprimido, foi o primeiro livro que li, faz tanto tempo que estou precisando ler novamente. Vou voltar ás minhas leituras e volto para discutir as idéias.


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Oi gurias!!! Eu sou a Ivanize, do Pólo de São Leopoldo...
Bom saber que nessa roda tem professoras alfabetizadoras!!!
Assim a gente pode trocar "figurinhas"... Por mais que a gente aprenda, leia,..."ouvir" experiências de colegas é muito bom!!! Sempre nos faz refletir, e repensar a educação sob olhares diferentes!!!
Sou professora há 10 anos... Mas faz 3 que atuo com 1ª série... E sou completamente apaixonada!!! E nessa época do ano é bastante gratificante o trabalho,... é recompensador!!!



Olá pessoal!Bem já fiz minha péagina pessoal e lá poderão conhecer um pouquinho de mim:Luciene Sobotyk.Trabalho há 15 anos da rede municipal de Porto Alegre, até 2003 com Educação Infantil e Ensino Fundamental.Fiquei em licença interesse por 1 ano,quando me mudei para o Amapá.Lá trabalhei em escola particular e me deparei com um ensino totalmente tradicional.
Foi um choque,mas sobrevivi! rsrsrsrsrsr retornei há Porto Alegre em 2005 e desde então atendo alunos na faixa etária de 9 á 13 anos, e tenho gostado muito.Este curso que estamos fazendo tem me ensinado muitas coisas novas,principalmente em relação á tecnologia que nunca foi meu "forte".Espero trocar muitas experiências com vocês.Um beijo,Luciene (Pólo Alvorada)
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Olá pessoal! Meu nome é Inês Cristina, sou do Pólo de Alvorada.
Moro em Porto Alegre e trabalho em Alvorada há 15 anos.
Ser professora é muito gratificante, você aprende todos os dias.
Estou adorando estar aqui e poder conhecer pessoas que tem os mesmos ideais:uma EDUCAÇÃO
melhor para nossos alunos.Estou certa que este espaço será de muita troca e amizade. Um abraço!


Olá colegas!...Sou Ione Fernandes, do pólo de Gravataí. Gostei muito da idéia de podermos
conversar um pouco de nossa prática pedagógica.Ser professora como eu por mais de 29 anos, e recomeçar a estudar novamente, está sendo gratificante. Depois que iniciei o curso no PEAD, foi nos
solicitado ler textos de Paulo Freire, que por sinal eu amei. Ensinar exige alegria e esperança, no
qual Pailo Freire nos fala dos temores e riscos que nós professores devemos correr. E realmente o medo,
diz ele, é um fantasma que precisa ser afastado, dando lugar à esperança, no que acredito e pratico no meu cotidiano em sala de aula. Um abraço para todos!

Oi sou a Jaqueline Gonçalves moro em Cachoeirinha,pela manhã sou professora bibliotecaria e a tarde professora de primeira série,a escola onde leciono é municipal.Lendo Paulo Freire nos ajuda a continuar a caminhada com mais força e determinação,ele apostava que poderia ter mudança na educação para melhor e nunca desistiu de seus ideais e valorizava muito cada pessoa dentro e fora de seus relacionamentos.

Boa noite pessoal!
Falar sobre nossa prática pedagógica é sempre muito bom, mas se torna ainda melhor tendo como inspiração nosso querido e estimado Paulo Freire,através de suas sábias palavras, acreditamos na possibilidade de uma educação de qualidade,valorizando o que há de melhor em cada um.
Izolete( Pólo de Alvorada).

Olá pessoal!
Sou Isabel C.Kaufmann do pólo de Sapiranga, no início achei meio complicado entrar, mas é muito simples, temos que procurar, aliás em Educação é sempre assim, temos que suar muito para diferenciar o nosso trabalho. Ser professora exige muita perseverança nos dias atuais, mas com certeza vale a pena. Se não valesse já teria mudado de profissão. Estou adorando o curso aprendo a cada dia mais coisas, aliás mexo em tudo para descobrir o que não sei.Este espaço com certeza será muito enriquecedor tanto para nós como para nossos alunos. gosto muito de Paulo Freire, pois foi uma pessoa muito crítica, mas sempre apontou soluções para a educação. com certeza este trabalho vai render muitas falas.


Oi turma! Ainda estou um pouco atrapalhada para participar aqui nesta construção. Já havia feito anteriormente a minha identificação, sou a lisi walter de São Léo. Nossa! Este mês são tantas coisas para fazer que minha cabeça está a mil. Ainda ontem tive conselho de classe e sempre temos os dilemas de aprovação ou reprovação. Estou inclusive também vivendo este drama com meu filho de dez anos que está na 4ª SÉRIE NUMA ESCOLA MUNICIPAL EM sAPUCAIA DO sUL e devido há diversos fatores está precisando de nota em Ciências, mas é uma outra história...Estou fazendo uma leitura sobre Paulo Freire e cada vez me encanto mais com suas idéias de que sempre é possível a mudança e atransformação, nós como educadores jamais podemos perder as esperanças! E também não podemos nunca esquecermos de que a realidade de nossos alunos e o seu conhecimento prévio é indispensável para que ocorra a aprendizagem, infelizmente muitos educadores ainda esperam de seus alunos respostas feitas. Espero amanhã estar participando novamente na construção dessa nossa história da vida real. Beijinhos-Lisiane.



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Meninas!!!

O papo está muito bom ... mas estou indo dar uma voltinha lá na sala "alfabetizar"...
Sabe como é professora: sempre inquieta, querendo saber de tudo!!!
CURIOSIDADE... um dos temas abordados por Paulo Freire, importante na formação docente!!!
Daqui a pouco eu volto... Beijo a todas!!!
Ivanize

Oi! Pessoal Sou Ivete do Pólo de Gravataí e estou cada dia mais apaixonada por este curso, pois para quem só jogava Paciência Spaider no computador e ainda robava no jogo, e olha eu aqui esrevendo uma Wikistória. nossa que chique é demais. Adoro as colegas Jane que conheci no dia do vestibular, e também a Rosali que fiquei conhecendo durante o curso, beijos gurias.

Oi! Colegas! Sou Ivone do pólo de Sapiranga. Ainda estou um pouco atrapalhada com o computador, mas estou gostando muito do curso ,pois como professora precimos estar sempre buscando coisas novas e penso que se não fosse pelo desafio do uso da tecnologia talvez até já tivesse desistido pois tenho a impressão que se tornaria muito monótono.

Bom, sou a Lisiane do pólo de São Léo, eu já havia participado, mas não sei o que eu fiz que desapareceu o meu texto. Estou acbando a leitura do livro solicitado e estou gostando muito, já conhecia um pouco de Paulo Freire, inclusive já trabalhei por três anos em Esteio, onde havia a implantação de uma rede temática baseada e falas significativas, foi uma experiência legal. É muito interessante a questão que Freire levanta sobre a relação de ensinar e aprender, colocando o professor como um facilitador de aprendizagem e não mero transmissor, infelizmente há muitos profissionais que não pensam assim. Eu mesma estou vivendo situações difíceis na escola de meu filho, pois ainda existem professores esperando respostas feitas...Beijos!

Oi! Colegas! Sou Jaquelini Schutz do pólo de Três Cachoeiras. Li as histórias a cima e me chamou atenção o que a colega Izolete da Silva diz, que ser professora exige que tenhamos muitas habilidades principalmente na prática da liberdade, da genorosidade, da humildade, da segurança e tudo isso vem de encontro com minha prática pedagógica, e coloco ainda que devemos ir de encontro com a realidade dos educandos. Nas leituras sobre Paulo Freire percebo que ele é um educador que nos faz pensar muito sobre a questão educacional e a realidade brasileira, propondonos uma prática pedagógica revolucionária. A contribuição de Paulo Freire para a prática educativa é hoje significativa. Além de considerar o aluno sujeito do pracesso de aprendizagem, esse pensador colocou, de forma significativa, com um métado que possibilita ao professor partir do contexto em que seu aluno está inserido, ajudando-o a pensar criticamente esse contexto. Se nós professor caminharmos nesse proposito, neste sentido, a educação terá um papel fundamental na transformação da sociedade.

Oi colegas!Estou com um problemão para conseguir trabalhar no wikistórias.É tudo um teste.Estou aflita,perturbada,indignada,pois estou tentando me increver como personagem e não consigo,estou fazendo isso desde sábado passado.Bom mas vamos lá.
Meu nome é Luciana Betat,sou do pólo de Alvorada.
Moro em Porto Alegre,onde trabalho na Escola Souza Lobo (rede pública estadual)com 4a série.Gosto de trabalhar com esta série,pois me identifico muito com eles,a faixa etária que eles se encontram é muito gostosa,um período de transição,onde eles estão deixando de ser crianças,mas também não são adolescentes.A cada ano percebo mais e mais que este é meu chão,que gosto mais e que podemos fazer alguma coisa por essas crianças,e talvez,quem sabe marcar a vida deles como a minha foi marcada,principalmente pelas minhas profes da 4a série.Acho que não é atoa que gosto tanto dessa série.
Não sou seguidora assídua das idéias de Paulo Freire,mas em muitos momentos me identifico com suas idéias,principalmente quanto à escola cidadã,que tem como base viabilizar a cidadania de quem está nela e de quem vem a ela,educar para tranformar a realidade.
Concordo com suas idéias quando diz que "aula"tornou-se uma palavra pobre,uma palavra estreita,pobre para caracterizar a complexa atividade que se dá na escola.

Boa noite pessoal, estou um pouco atrasada para o bate papo de hoje, é que enfrentei um engarrafamento no trânsito para chegar até aqui (internet caindo toda hora), mas já cheguei e li as falas do grupo.Já passei na sala da alfabetização, li muitas falas interessantes de várias colegas sobre o assunto.Para mim, alfabetizar é muito simples, o processo se parece com o ensinar uma criança a falar, a andar, cada dia um passinho a mais,uma sílaba a mais é pronunciada, e quando menos se espera vem aquela surpresa gostosa,a criança pronuncia a palavra toda, dá vários passos,e nós mães vibramos de alegria com o progresso de nossos filhos, como também vibramos com as primeras palavras, primeiras produções dos nossos alunos. (Izolete-Pólo de Alvorada).

Boa noite colegas! Estou tentando dar minha contribuição nessa construção de nossas histórias da vida real. Cada um com seus sonhos e desejos e também com os problemas e dificuldades inerentes a nossa profissão.Gostaria de trazer para nós aqui na história alguma questões abordadas por Freire em Pedagogia da autonomia, como a valorização que nós professores precisamos ter e a influência que causa na construção das aprendizagens, assim como a priorização pelos recursos materiais necessários no ambiente escolar, infelizmente são dois temas que nem sempre são atendidos pelo poder público, pois sabemos que a valorização do profissional em educação ainda está longe de se concretizar, são muitas falas e poucas ações e sabemos que existe muita desmotivação por parte dos professores. Os recursos materiais ainda são precários em muitas escolas, aonde eu trabalho, infelizmente não temos o laboratório de informática que seria um instrumento de grande valor na construção de aprendizagens de nossos alunos, que enfrentam bastante dificuldades de aprendizagem... Porém não podemos desistir ou desanimar, pelo contrário, devemos educar nossos alunos de forma que possam ajudar a modificar estas realidades! Um abração! Lisiane

Oi colegas!
Lisiane concordo contigo que são muitas falas e poucas ações,mas acredito que nesses últimos anos algumas coisas significantes foram feitas em função de melhorias na qualidade da educação, um dos projetos importante foi o Fundef, agora transformado em Fundeb, antes dessa lei meu salário atrasava 3 meses,não nos era oferecido nenhum curso, nenhum seminário pelo poder público,hoje meu salário não atrasa e nos é oportunizado participarmos de cursos de especialização, gratuitamente, como é o caso do nosso curso pead,ainda acho pouco, há muita coisa para ser feita em termos de qualidade e valorização do profissional da educação, penso que devemos acreditar que um processo de construção de uma educação mais qualificada e mais valorizada já começou a acontecer.
Abraços, Izolete.
Parece-me que os governos estão mais interessados em incluir alunos nas diferentes modalidade de ensino,sem se preocupar com a qualidade desse ensino.Será que todos esses alunos concluírão o ensino básico?
São muitas as perguntas que ficam.E a valorização dos professores?E a inclusão dos alunos sem excluir?
Acho que os problemas relacionados à educação estão longe de acabar!



Oi,colegas!!!
Estou novamente escrevendo um pouco em nossa sala de bate-papo.Concordo com a colega Lisiane quando ela menciona as dificuldades que nós professoras encontramos em nossas realidades. Minha escola também não possui laboratório de informática, pois seria ótimo ter um. Mas enfim não devemos desanimar, pelo contrário que as dificuldades nos motivem e nos faça cada dia mais procurar com criatividade e amor ensinar nossas crianças. Um ótimo sábado para todas.
Jane Lameramenininha.gif

Olá meninas!
Eu sou a Janete, de Sapiranga.
Vocês têm razão, as dificuldades na Educação são muitas, mas realmente não podemos nos desanimar e nem tirar os olhos dos nossos projetos!
Achei interessante o que a Ivete Adelina, de Gravataí falou: realmente quando os alunos estão trabalhando com todo o seu prazer, a sala de aula parece uma bagunça, mas é fazendo que o aluno aprende, está sendo assim conosco também. Foi o que disse a colega Isabel também de Sapiranga: quando vemos o que temos que fazer parece ser tão dificil, mas ao tentarmos vemos que é fácil. O que fazem por nós, não aprendemos; o que nos ensinam, temos que tentar outra vez para aprender; o que batalhamos por fazer, com o estímulo de colegas, tutoras e professores, aprendemos e então "sabemos"!
Jane, você disse que sua escola não possui um laboratório de informática. A escola anterior que eu trabalhava também não possuia, eu então pedia para a minha diretora agendar visitas dos meus alunos (comigo) a uma escola que tinha! Será que isso não funcionaria aí?

Oi colegas! Hoje dei uma lida em toda a nossa história e concordo com vocês sobre alguns avanços que estão ocorrendo no sistema educacional. Ainda estamos engatinhando, mas pelo menos estamos no caminho. Realmente essa oportunidade do curso à distância com todo esse suporte e qualidade já é sem dúvida um grande avanço. Também a criação e aprovação do FUNDEB, irá trazer muitos benefícios para as escolas e para as crianças, oportunizando um ano a mais na escola e com melhores recursos. Mas ainda precisamos mudar muitas coisas, por exemplo em Sapucaia onde meu filho estuda o ensino fundamental é todo avaliado por disciplinas inclusive nas séries iniciais, isso vai contra toda a interdisciplinariedade que sonhamos. Bom pelo menos no meu ver as avaliações deveriam vir acompanhadas de um parecer descritivo, além de simples notas que representam um momento na vida daquele aluno...Gostei muito do livro Pedagogia da autonomia e também confesso não ser uma plena seguidora de Freire, mas com certeza na minha prática pedagógica procuro seguir muitos de seus ideais. Sendo um deles o de dar liberdade aos alunos para que aprendam a lidar com ela, jamais trabalho com o abuso da autoridade, mas infelizmente vejo colegas que só sabem trabalhar assim, com " silêncio e ordem " na sala de aula, comose isso fosse regra para que ouvesse aprendizagem. Grande abraço para todos e bom final de semana! Lisiane Walter
Ser professora é estar sempre pronta para aprender,é ter a humildadede de dizer que não sabemos tudo, mas que estamos sempre abertas para nos apropriarmos de diversos saberes.
“Como plantar valores em nossos alunos e deixar o planeta mais florido???”
Estou me intrometendo na página de vocês respondendo uma pergunta da colega Kátia.
Com ESPERANÇA. Não desistirmos jamais de aplicar nossos projetos para mostrar para nossos alunos que vale a pena termos valores, humanizando o nosso mundo e dando um real sentido à expressão “homem ser racional”. E principalmente mostrando estes valores através de nossos exemplos através de coleguismos, solidariedade, companheirismo, união e amor ao próximo e esperança.Neusa Teixeira

1yacmh2.gif Olá colegas !

É isto mesmo Luciana ! Trabalhar com alfabetização é muito bom ! É um exercício de paciência e persistência. Cada criança tem o seu próprio ritmo. Como tudo na natureza é preciso um período de maturação. Respeitar este tempo é o melhor caminho. Há toda uma expectativa em aprender a ler e escrever, os alunos os pais ... as vezes todos ficam ansiosos. É só dar tempo ao tempo que o aluno chega lá ... e aí se abre um novo mundo para ele !
E ao alfabetizar não podemos esquecer de Paulo Freire :

“ Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho. “

Valorizar e respeitar as vivências de cada aluno ao alfabetizar é fundamental !

Um bom início de semana para todos !
Kátia Diehl.


Olá colegas!
Eu penso da mesma forma que a colga Izolete.
Já trabalhei dois anos com turmas de 1a série e eu encaro a alfabetização como qualquer outro processo(andar,falar...).
Eu costumava explicar para os pais que alfabetização é como aprender a andar.Se a criançanão tem tonicidade muscular,não conseguirá andar,e com a alfabetizaçãotambém é assim.Só se alfabetiza aquela criança que já está madura para entender todo o processo para que possa aplicá-lo.

BOA SEMANA A TODOS!
Luciana Betat
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Olá Colegas !

Meu nome é Kátia Diehl, sou professora de séries iniciais de uma escola estadual de Porto Alegre. Ser professora é muito bom e gratificante. Educar traz grandes alegrias e grande também é a nossa responsabilidade. Cada aluno que passa por nós leva um pouquinho da nossa maneira de ser e pensar.
E agora vamos lembrar do nosso querido Paulo Freire, tema principal desta wikistória :
Educar para transformar reflete a idéia principal da pedagogia de Paulo Freire que acreditava que a Educação só realiza a sua função fundamental que é a humanização de mulheres e homens, quando se transforma em ferramenta de mudança social. Ele afirmava que nenhuma mudança profunda na sociedade acontece sem a educação. Para Paulo Freire, a educação sozinha não revoluciona a sociedade, mas ela pode transformar pessoas para se engajarem nessa tarefa.
Nosso mundo está passando por uma grande crise social, econômica, de valores e de ética. Vamos aproveitar esta wikistória para pensar em como podemos ser agentes desta transformação de uma forma mais consciente e ativa.
Como plantar valores em nossos alunos e deixar o planeta mais florido ???





...e por falar em Pedagogia da Autonomia (educar para a independência). Já havia lido e feito um trabalho, (inclusive, pena não saber onde está, he, he) sobre esse livro, contudo foi muito bom relê-lo. É importante que coloquemos em prática os ensinamentos que Freire traz nessa obra. Gosto muito quando ele escreve sobre a ética ser inseparável da educação, que façamos tudo em favor dela, mas sem cair no moralismo hipócrita. O aluno que for respeitado e valorizado, provavelmente vai repetir esse comportamento e se tornar um ser humano seguro, INDEPENDENTE.
Juçara Becker

Olá colegas de sala tudo bem com vocês?Eu estou muito bem graças a DEUS ,lendo bastante sobre Paulo Freire que nos ensina bastante,pois o que ele escreve é sempre atual e retrata a educação em nosso país de forma clara e objetiva.Quando li sobre com deve ser uma Escola Cidadã; pude perceber o quanto nossas escolas(pelo menos a que eu trabalho)estão longe de fazer algo de significativo em prol da sociedade.Li algo muito interessante onde Paulo Freire diz"Gosto de ser gente porque,mesmo sabendo que as condições materias,econômicas,sociais,culturais e ideológicas em que nos achamos geram quase sempre barreiras de difícil superação para o cumprimento de nossa tarefa histórica de mudar o mundo, sei também que os obstáculos não se eternizam".Então colegas vamos em frente!!!Uma ótima semana para todas.Janete que bom que estamos trabalhando juntas nesta história, e respondendo tua pergunta acho que com a direção da minha escola na iria funcionar o pedido para uma visita em um laboratório de informática de outra escola,mas enfim um dia quem sabe.
Jane Lamera

Ainda bem colega, que os obstáculos não são eternos, pois sendo assim há esperança de uma escola melhor, mais humana e mais qualificada. Recebi um e-mail dizendo que não precisaremos colocar nossos nomes nas nossas participações na históiria. É só continuar a história...

E a cada obstáculo que nos deparamos na educação, não devemos nos assustar e parar ou esperar que "outro alguém" solucione os problemas para nós, mas encará-lo como um novo desafio e nos perguntarmos: O que EU posso fazer para transpor este obstáculo?

=

A maioria de nós reclama da falta de participação da família na escola, mas temos que parar de murmurar e "ir a luta". O que devemos fazer para dar ao nosso aluno o melhor? Se ele não tem quem o incentive em casa, nós devemos continuar fazendo a nossa parte. O que vocês acham sobre isso, meninas? Este ano (com etapa um) tenho um aluno órfão de pai e mãe, um NE, um com um distúrbio sério de aprendizagem e personalidade (pega dinheiro na carteira do próprio pai), uma menina que foi abandonada pela mãe... Cada um com sua história...
Oi sou a prô Jaqueline Gonçalves,professora alfabetizadora de Cachoeirinha,leciono na Escola Municipal de Ensino Fundamental José Victor de Medeiros.Faz 15 anos e sempre que chega nesta época sinto que poderia ter sido melhor,que o meu trabalho poderia atingir os alunos com mais qualidade e que não trabalhei muito bem.


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Oi,colegas!Meu nome é Luciana Peres estava pensando no que é ser professora,percebi que esta é uma reflexão muito difícil,pois normalmente a gente "vive" as situações e dificilmente "pára" para pensar,eu estou aprendendo a ser professora agora,tenho pouco tempo de sala de aula mas para mim,ser professora é, em primeiro lugar,amar as crianças ,sejam elas ricas ou pobres,pretas ou brancas,cheirosas ou fedorentinhas,com piolho ou sem piolho,eu amo estar com as minhas crianças,voceis sabem que elas são o meu remédio? Sim com elas me esqueço de todos os meus problemas,as minhas tristezas e as minhas angústias,é impressionante elas me absorvem completamente e eu me dôo totalmente,deve ser por isso que esqueço tudo,tenho comigo um problema famíliarmuito grande[quase sem solução]mas com meus alunosme esqueço e não sofro,e isto é muito bom.
Me formei em 2001,tive coragem e acreditei no meu sonho[ser professora] estudei na FACAT [Faculdade de Taquara] dois anos de estudoe mais seis meses de estágio,foi como acordar para a vida,vi que era capaz,conheci pessoas maravilhosas que jamais vou esquecer,agradeço a DEUS por ter ido em frenteapesar de todas as dificuldades,que todos nós encontramos pelo caminho.
Aminha formatura foi linda ,com direito até ao anel de formatura que aliás ,foi eu mesma que me dei de presente,todas nós felizes ,brindando com champagne, a filmagem,as fotos,tudo um sonho que se realizou.Por tudo isso eu valorizo demais a minha formação,tudo que aprendi ,tudo que estudeitento levar para dentro da minha sala de aula,boa vontade ,paciência,criatividade,alegria carinho,atenção para os alunos e para os pais,que nos confiam seus filhos,e que esperam da gente sempre o melhor,pais que trabalham, e só querem que seus filhos sejam bem tratados e respeitados na escola.

Por isso, o bom senso me diz que devo respeitar a autonomia do aluno, procurar ser coerente, falar em democracia e liberdade,respeitar suas vivências e suas experiências, se eu assim agir diante do meu aluno, eu sei o que é SER PROFESSORA.

Olá colegas !!!! Finalmente consegui chegar até aqui, sou Ilsa Machado, concluí o meu curso de Magistério em 1980. No decorrer do curso tive embasamentos teóricos, mas quando realizei meu estágio vi na prática o que é ser "professora".È muito além de utilizar as teorias que me foram passadas.Ser professor ou professora é um doar-se de corpo e alma, respeitando escutando, incentivando, elogiando, tratando cada aluno como um ser singular, levando em conta as suas vivências e tendo bom senso de considerar sua existência. Somos exemplos para os nossos alunos, sem querer deixamos "marcas" e ficamos satisfeitas quando sõ marcas positiva. Como diz Paulo Freire : " A responsabilidade do professor, de que as vezes não nos damos conta, é sempre grande. A natureza mesma de sua prática eminentemente formadora, sublinha a maneira como a realiza.Sua presença na sala é de tal maneira exemplar que nenhum professor e professora escapa ao juízo que dele ou dela fazem os alunos. E o pior talvez dos juízos é o que se expressa na "falta de juízo". O pior juízo é o que considera o professor uma ausência na sala .


Por Isabel Kaufmann - Sapiranga Continuando a nossa conversa, percebo e concordo com a minha colega Ivone, nos dias atuais como é difícil trabalhar com Educação, não que antigamente era mais fácil, na verdade os tempos são outros, a correria é constante, nossos alunos estão cada vez mais informados, tem acesso a qualquer meio de comunicação, os valores estão em algumas famílias perdidos e cabe ao professor buscar nesses alunos o algo mais. E somente com muita paciência, liberdade, respeitando suas vivências e experiências como a colega colocou é que fazemos educação, e educação de qualidade.Terminando penso ser fundamental para o professor ser um bom professor que ele identifique os problemas de sua prática, repensar esta mesma prática e buscar soluções, e estas soluções estão na busca de informações e recursos para viabilizar um mudança positiva.portanto é necessário que perceba-se que os alunos estão em constante transformaçôes e que o ser humano é inacabado e que a própria sociedade está em constante mutação.


lizi.gifOlá, meu nome é Liziani Scheffer Evaldt, sou do pólo de Três Cachoeiras, ao ler os depoimentos das demais colegas, achei muito interessante o que a Luciana Peres colocou sobre nossa vida docente, segundo ela é essencial pararmos para refletir sobre nosso trabalho, nossos conceitos enquanto professores. Outro aspécto que considero muito importante na qual Paulo Freire cita em seu livro Pedagogia da Autonomia é em relação ao que diz respeito ao nosso aprendizado enquanto professores, estudamos praticamente a vida inteira para melhor desenvolver nosso trabalho. Pensamos estar preparados para ensinarmos, quando na realidade as vezes aprendemos mais com nossos alunos do que propriamente ensinamos. Aprendemos enquanto ensinamos e ensinamos enquanto aprendemos. Essa relação entre professor e aluno é sem dúvida uma grande conquista no processo educacional. Os professores não são mais os mesmos. Os pensamentos tradicionais embora ainda persistam em alguns conceitos, estão sendo deixados para traz. É hora de interagirmos com nossos alunos, ajudá-los a acreditar em nossa sociedade, todos nos somos importantes, todos temos algo a ensinar e muito o que aprender!

Olá, Colegas! Sou Ivone do pólo de Sapiranga. Já havia me apresentado antes, mas estou aqui novamente para falar o que penso sobre ser professora.
Para mim ser professora requer empenho constante, responsabilidade e bnegação. Na educação da criança os pais tem um papel muito importante, mas o professor contribui para a construção de um ser humano junto com a família e muitos pais transferem toda a responsabilidade para nós o que torna-se cada vez mais difícil exercer nossa profissão nos dias de hoje. Nós professores devemos ensinar, estimular cobrar e afagar. Temos de ensinar com firmeza, compromisso e bom exemplo: segundo Paulo Freire ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua produção ou sua construção . Assim ser professor é sobre tudo ser artista, otimista! Acreditar no mundo , nos homens e nos sonhos.

Ei Povo!

Alguma de vcês já foi dar uma olhada nas outras salas?

Sala 02 - Sala 03 - Sala 04 - Sala 05 - Sala 06 - Sala 07

ou nas salas especiais?

:: alfabetizar
:: Trabalho em Grupo e Diferenças de classes
:: necessidades especiais

Ou estão à fim de uma guarana.jpg gelada no nosso bar?

Este espaço é onde tenho permanecido por mais tempo, nestes úlimos dias, aqui tenho conversado diariamente com o meu
"ser professora", também tenho lido e observado, ao longo dessa história, como é "ser professora" para minhas colegas cheguei à conclusão que, apesar de vivermos realidades diferentes,todas nós somos professoras por que amamos nossa profissão.

cc19kidval10a20191922.gifOlá colegas !!!! Finalmente consegui chegar até aqui, sou Ilsa Machado, concluí o meu curso de Magistério em 1980.
No decorrer do curso tive embasamentos teóricos, mas quando realizei meu estágio, vi na prática o que é ser "professora".È muito além de utilizar as teorias que me foram passadas.Ser professor ou professora é um doar-se de corpo e alma, respeitando escutando, incentivando, elogiando, tratando cada aluno como um ser singular, levando em conta as suas vivências e tendo bom senso de considerar sua existência.
Somos exemplos para os nossos alunos, sem querer deixamos "marcas" e ficamos satisfeitas quando são marcas positivas.
Como diz Paulo Freire : " A responsabilidade do professor, de que as vezes não nos damos conta, é sempre grande. A natureza mesma de sua prática eminentemente formadora, sublinha a maneira como a realiza.Sua presença na sala é de tal maneira exemplar que nenhum professor e professora escapa ao juízo que dele ou dela fazem os alunos. E o pior talvez dos juízos é o que se expressa na "falta de juízo". O pior juízo é o que considera o professor uma ausência na sala .
As vezes não nos damos conta do que representamos para nossos alunos . Paulo Freire cita em seu livro Pedagogia da Autonomia, pág.73 que os alunos fazem de nós: "o professor autoritário ,o professor licencioso, o professor competente, sério, o professor incompetente, irresponsável, o professor amoroso da vida e das gentes, o professor mau amado, sempre com raiva do mundo e das pessoas, burocrático, racionalista, nenhum passa pelos alunos sem deixar sua marca."

Oi colegas...
Bem, meu nome é Iris e trabalho com educação infantil e segunda série... este ano estamos passando em minha escola por essa mudança e adaptação aos nove anos do ensino fundamental...
É bom ler tanta coisa boa sobre a alfabetização já que, possivelmente, no próximo ano terei essa incumbência em minha escola... Vejo que todas que trabalham com essa classe demonstram grande prazer e satisfação em fazê-lo...
Paulo Freire em seu texto fala muito sobre a postura do profissional da educação. É conhecido por nós já qual o "perfil" adequado, mas muitas vezes não conseguimos colocar em prática... a escola onde trabalho tem um posicionamento bastante autoritário, onde o aluno não tem muita voz, o professor "manda", e assim por diante...
Dentro da sala de aula você pode agir diferentemente, porém, a visão que os pais têm do ambiente escolar é o de um local onde o autoritarismo prevalece. O que mais assusta é que eles aprovam isso.
Freire afirma que cada professor deixa a sua marca, e eu vou seguindo meu caminho, buscando deixar além ds meus ensinamentos, marcas positivas..
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Continuando a conversa, pelo fato de deixarmos marcas positivas ou negativas em nossos alunos pode-se dizer que ensinar é arriscado, precisamos estar abertas ao novo e rejeitar os preconceitos.Reconhecer outras formas de ensinar,pensar certo exige que nois arrisquemos, que não tenhamos medo do desconhecido, apenas pelo fato de ser novo.Pensar certo, implica estar livre de todas as formas de preconceito (raça, classe, gênero), tendo como princípio a democracia.(Paulo Freire).Na minha prática pedagógica diária tenho me arriscado, este risco se refere ao trabalho que realizo na alfabetização, não trabalho como a maioria das minhas colegas de primeira série da minha escola.Acredito que faço um bom trabalho, assim como minhas colegas também fazem.Apenas temos maneiras diferentes de ensinar.Gosto de ousar, de inovar, de ir além, pois isso faz com que minha prática diária seja dinâmica onde eu me desafio e desafio também meu aluno.(Izolete)

Boa tarde colegas! Estive um pouco ausente esta semana pois estava de mdança. Graças a Deus hoje terminei de me mudar, apesar de ficar na mesma rua, tive muito trabalho. Bom mas vou tentar participar um pouci mais dessa nossa história, talvez eu fique uns três dias sem Internet. Li as postagens das colegas e acabo me indentificando em várias falas. Realmente, nós professores deixamos marcas profundas em nossos alunos indiferentemente do tipo que representamos, seja autoritário, liberal, responsável ou não...quando lembro-me dos meus professores tudo isso me vem à cabeça, mas espero eu estar deixando em meus alunos somrnte marcas positivas, de alguém que faz tudo para que a aula seja um momento de trocas de experiências e construção de novos conhecimentos sem precisar usar de abuso de autoridade, infelizmente vejo colegas que recorrem ao poder excessivo diariamente para manter a "ordem e o silêncio" necessários à aprendizagem...Talvez no próximo ano eu tenha uma turma de alfabetização, só uma vez eu trabalhei com a primeira série e isso causa um certo frio na barriga, mas o importante é acreditar no potencial de cada criança e respeitar seus tempos e limites. Um grande abraço para todos! Lisiane


lidi.gifOi, meu nome é Lidiane sou do Polo de Alvorada. Achei bem dificil participar dessa página , mas afinal aqui cheguei. Costumo dizer que ser professor pode ser comparado a ser médico pois avalio nossa reponsabilidade é tão importante quanto a desses profissionais. E qualquer erro marcamos a vida de uma criança pra sempre. Apesar da má remuneração amo o que faço e acredito que tudo aquilo que fazemos com prazer é automático e gratificante. Li as participações das minhas colegas e pelo que percebi todas se consideram de alguma forma vitoriosas. E mais uma vez, com esse curso de especialização que estamos realizando, mos tramos a nossa garra e persistência. Um grande abraço a todos!

Oi, pessoal! Sou Kelli Mattes. Concordo com o que disse a colega Lidiane. Lamento não poder ler o que as outras colegas escreveram...pelo jeito andou dando problema...
Não querendo desprezar nenhuma, julgo a nossa uma das profissões mais importantes. Apesar de ser espírita e acreditar que muito da nossa personalidade trazemos de outras vidas, acredito que a educação é a chave para auxiliar o ser humano a crescer intelectualmente, moralmente e espiritualmente. E temos que estar muito bem preparadas para isso. Aproveitando o comentário da colega. Sim, acho que nos comparamos ao médico. E cá entre nós, eles não operam ou medicam tendo somente o Ensino Médio...


Olá colegas, sou Josiana Moraes do pólo de Três Cachoeiras, estou atrasada, mas também quero fazer minhas contribuições. No livro que li, Paulo Freire introduz Pedagogia da Autonomia explicando suas razões para analisar a prática pedagógica do professor em relação á autonomia de ser e de saber do educando. Enfatiza a necessidade de respeito ao conhecimento que o aluno trás para a escola, visto ser ele um sujeito social e histórico, e da compreensão de que “formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas”. Define essa postura como ética e defende a idéia de que o educador deve buscar essa ética, a qual chama de “ética universal do ser humano”, essencial para o trabalho docente.
Não podemos nos assumir como sujeitos da procura, da decisão, da ruptura, da opção como sujeitos históricos, transformadores, a não ser assumindo-nos como sujeitos éticos. É por esta ética inseparável na prática educativa que devemos lutar...

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Olá colegas, sou Jandira Petry do pólo de São Leopoldo, nem sempre nossa formação basta na missão de educar.Mais importante é a troca entre nós. É interagir com os colegas. Da mesma forma acontece com nossos alunos. Paulo Freire explica sobre a pedagogia da autonomia, pois é dessa forma que o aprendizado realmente se dá.
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Eu sou Jucimara e só agora consegui participar desta atividade, minha formação não foi totalmente a partir das idéias de Paulo Freire, a escola não buscava a realidade da sociedade em que suas alunas viviam, acredito que seja pelo fato de ter alunas de diferentes lugares. O professor na verdade não se forma somente na escola, na faculdade... mas sim com a prática, buscando aprender ao mesmo tempo em que ensina e também buscando o novo.


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Oi! Colegas, finalmente consegui chegar aqui, foi muito difícil. Sou Joseide Vacari, de Três Cachoeiras. Li algumas colocações das colegas e percebi que é uma reflexão importante e difícil, apesar de encontrarmos muitas dificuldades e de não ser reconhecidas como merecemos, a nossa profissão é ainda a mais importante e gratificante de todas, pois como teríamos médicos, advogados, bancários, contadores, se não passassem por nossas mãos, por nós professores, que os ensinam desde a infância. O professor é o grande responsável pela construçâo da educação e desenvolvimento do indivíduo crítico e digno para o mundo.


Sou Indianara do Pólo de Sapiranga.Moro em Taquara e dou aula há 9 anos em Sapiranga.
A minha formação como educadora foi de uma forma tradicionalista, muito diferente do que o educador Paulo Freire vê como uma verdadeira educação, um verdadeiro aprendizado; e desta forma tradicional que eu iniciei na profissão docente.
Mas como o ser humano está sempre em busca de aprendizado, vejo que o Pead vem me ajudando bastante ao me fazer refletir sobre a minha prática em sala de aula.


Sou a Lurdes Chimanko Zander do Pólo de São Leopoldo.
Trabalho em duas escolas do estado em São Leopoldo, minha formação como educadora, não foi somente na faculdade, mas também em movimtos socais, onde tive oportunidade de conhecer o método de Paulo Freire:ação,refleção ação.
Na formação formal também tive contato com Paulo Freire.
Na sala de aula sempre que tenho oportunidade procuro fugir do tradicional, nas aulas de ciências com atividades práticas e nos debates discuto a realidade, ecologia entre outros.
Quando fugimos do tradional, enfrentamos problemas, principalmente quando a escola como um todo não trabalha com projetos.
Sempre admirei a atuação e os escritos de Paulo Freire, pois ele nós transmite a esperança de uma realidade melhor, mais justa, com educação de qualidade para todos.

Oi, pessoal, sou a Leila Wasum, de São Leopoldo. Trabalho há 18 anos em escola estadual e concordo com a Lisiane quando diz que nossas escolas carecem de estrutura e recursos. É gritante a diferença das escolas centrais com as escolas de zonas mais afastadas, que ficam "longe das vistas políticas". Nós, como professores e amantes de nossa profissão é que temos que batalhar muito para que nossas escolas tenham o mínimo necessário para funcionarem. Como diz Paulo Freire devemos lutar e acreditar que a mudanças é possível, que somos o fio condutor desta mudança. É necessário não deixarmos a chama da esperança se apagar nos nossos corações. É indispensável que semeemos nos nossos alunos esta esperança de um mundo melhor, aliada à vontade incansável de sermos agentes destas mudanças. Paulo Freire sempre disse que ensinar exige comprometimento. Se não fosse assim, não estaríamos a tantos anos nesta profissão e agora, tentando aprimorar nosso fazer pedagógico através deste curso.

Meu nome é Lídia Cezimbra, sei que não sou uma boa professora, sei que não sou uma boa colega. Não me adapto ao sistema. Gostaria de trabalhar com ensino ciclado. Gostaria de trabalhar com projetos que viessem de encontro com a realidade do aluno. Que o ajudassem a viver melhor em sua comunidade. Que o tornasse independente que soubesse realmente pensar e resolver problemas. Numa escola que tivesse tele-centro.
Gostaria de participar do plano político pedagógico da escola. Gostaria de fazer uma pesquisa na comunidade para ver o que realmente os pais querem que os alunos aprendam. Gostaria de trabalha r numa escola, onde houvesse um projeto de âmbito mundial anual (por exemplo: o problema da água), e que escola toda se engajasse nesse projeto. E outros projetos em tempo mais curto, mas que viessem trazer à tona os problemas da comunidade e juntamente soluções.
Já me disseram assim: Existem professoras que são o feijão e que outras são o sonho.
As que são o feijão acham que a escola é uma empresa e devem ser administradas como tal. E outras que são o sonho são aquelas que têm a pretensão de ser agentes de transformação da realidade, e vivem sonhando que com o seu trabalho vão mudar os rumos da educação.