Bom pessoal! Vamos continuar a conversa...

Meu nome é Raquel , sou do pólo de São leopoldo. , para isso é necessário: *Ter vontade de aprender cada vez mais *Ser consciente que somos exemplos, devendo existir coerência entre o que diz e o que faz *Ser consciente que formar é muito mais que treinar o educando *Respeitar a autonomia e a dignidade de cada um *Ser humilde, paciente, tolerante *Ter a convicção de que mudar é difícil, mas é possível *Saber que nosso papel vai além de transmitir conteúdos, somos agentes de transformação social O que contribuiu para minha formação como professora foi a prática. Quando conclui o primeiro grau, cursei o Magitério por influência da família. Não gostei do curso, mas no momento que realizei o estágio, mudei de opinião. Este estágio foi muito marcante pois foi neste momento que realmente tomei a decisão de atuar como professora. Procuro sempre refletir sobre minha prática pedagógica através deste curso de Pedagogia, outros cursos profissionalizantes proporcionados pela prefeitura e é claro, na escola onde com os erros aprendo conquistando novas experiências .


Olá Raquel! meu nome é Rosana, sou do pólo de Alvorada, mesmo querendo, me tornei professora por infuência da minha irmã, que se formou, três anos antes de eu iniciar o curso, quando estava estudando , não tinha bem certeza se era isto mesmo que queria, fiz o estágio, na escola que a minha irmã lecionava, ela foi minha paralela, tinhamos segunda série e foi muito bom te-lá como colega, as pessos viviam comparando nós duas, e ista nos incomodava , pois era como se não respeitassem a autonomia de nós duas. com o estágio tive a convicção, de que nasci para isto, sei exatamente qual é o verdadeiro papel do educador, ajudar meus alunos a serem autônomos, críticos incentivar a aprender, não somente transmitir conhecimentos è transformar, como disse Paulo Freire".. ensinar exige a conficção de que a mudança é possìvel. Beijos!

Comentário da Profª Lisete Bertotto do Polo de Sapiranga da disicplina de ECS 121.gif Oi Raquel. Tudo bem? Prazer em conhecé-la. Vamos conversar um pouco? Em Pedagogia da Autonomia- pág 141. Paulo Freire nos diz " é preciso estar aberto ao gosto de querer bem, às vezes à coragem de querer bem aos educandos e a própria prática educativa de que participo" Viver é um fluxo onde a corretenza pode nos arrastar ou... podemos tomar uma atitude. A atitude de querer bem . você disse acima " Ser professor é mais do que uma profissão, é viver uma vida de constante contribuição para a sociedade e que em colaboração se ensina e aprende" O menininho ai de cima da figura tomou uma atitude, colocou a menina rodeada de flores, em um carrinho de madeira e a leva para passear. Como educadores a escolha é nossa. Onde colocamos nossa criança? Com todas as dificuldades objetivas da escola, esta ainda é o melhor lugar parao humano, passar os anos da infância e da adolescência. A vida é contemporrânea, muitas vezes, oferece riscos para as crianças: pais atarefados, sem emprego, ou com empregos sem expectativas; violência, falta de entrosamento de vínculos familiares e comunitários. E escola , como instituição, oferece além da possibilidade do conhecimento o convívio com outras pessoas. Uma riqueza para o ser em formação. Pois é no coletivo que nos constituímos como humanos. Assim, em todas as escolas estão presentes a alegria e as mazelas dos encontros cotidianos. Encontros com a outridade do colega. Enfim a vida... No dizer de Larossa: " viver é sentir-se vivendo, gostosa e dolorosamente vivendo as ocupações da vida, para dar motivo a vida, até as mais necessárias se tornam costumes. Mas o sentimento de viver se dá sempre sem buscá-lo e como uma suspresa." Assim Raquel vc não gostou do curso do magistério. Gostou de estágio e resolveu ser professora. Um fluxo se abriu e uma vida foi constrída neste sentido. Hoje vc tem cidadania no mundo escolar e está cursando uma faculdade de Pedagogia na UFRGS. Foi muito bom ter conversado com vc.

Olá pessoal, sou RosimariAlmeida do pólo de Sapiranga, para ser professora é necessário, na minha opinião, ter:

  • Muita coragem para encarar desafios;
  • Vontade de aprender com os outros;
  • Convicção de que as mudanças necessárias só ocorrerão através da educação;
  • Pique para encarar 40 horas de trabalho semanal, mais os filhos em casa, afazeres domésticos e curso de Pedagogia;
Resolvi fazer magistério por influência de minha irmã mais velha e do incentivo do meu namorado na época, hoje, marido. Quando fiz uma semana de pré-estágio quase corri, mas o que me deu esperanças foi lembrar que no estágio eu não ficaria só uma semana com os alunos e sim meio ano, iniciando com eles o ano letivo, o que ajudaria a criar um vínculo de respeito e cumplicidade. Adorei fazer o estágio, as crianças eram muito queridas e fui bem recebida na escola. Outro fator que me ajudou, foi que eu já havia cursado o ensino médio e só cinco anos depois eu fui cursar o magistério, tendo a certeza de que era isso mesmo que queria fazer. Nos dias de hoje não me imagino fazendo outra coisa, embora nossa profissão não receba o devido valor.Citando Paulo Freire:"...ensinar exige a convicção de que a mudança é possível..." Abraços a todos.

Oi, professoras, eu sou Roselaine de Gravataí. Fiz magistério por influência dos meus pais e também como muitas de vocês foi estagiando e interagindo com os alunos que acabei me enamorando pelo ofício. Hoje, através das leituras que fiz sobre Paulo Freire, entendi o porque dessa união: é porque gosto de gente. O verdadeiro professor gosta de gente, pois é aquele homem e aquela mulher capaz de participar da história dessa gente, da sociedade onde está inserido, sendo um sujeito, antes de tudo, transformador dessa sociedade, ajudando seu aluno a conhecer essa realidade e a dar-se conta de que é capaz de transformá-la social e politicamente. O verdadeiro professor educa para o coletivo, promovendo o belo, a cultura, o letramento, a verdade num processo de integração, acolhimento e liberdade, visando uma realidade construída para o social. Foi muito gostoso refletir e dialogar com todas sobre o "SER PROFESSOR".

Olá, Sou Regina do pólo de Sapiranga. Depois de vários anos viram em mim que eu seria uma boa professora, então novamente comecei os estudos "didáticas" e o estágio probatório, acho que este ainda não terminou. Estou aqui hoje bem feliz com esta "super profissão" .
Segundo Paulo Freire, devemos conhecer a realidade de nossos alunos para melhor interagir , eis a nossa super profissão, ensinar muitas vezes, é sair de dentro de nossa escola, viver intensamente nossas infâncias, rever os valores , educar para o coletivo sem autoritarismo, ser um verdadeiro professor.Abraços a todos!

Olá pessoal! Sou Rozanedo Polo de Sapiranga. Sou formada no magistério desde 1984, sempre tive vontade de continuar estudando, mas não tive oportunidade, agora estou adorando participar deste curso.
O autor Hamilton Werneck, nos deixa maravilhosas mensagens.
Diante de você há uma tela em branco apoiada num cavalete. Ela é sua vida profissional, a paisagem você já escolheu: é a sua profissão. Agora, cabe a você dar o colorido e a iluminação que quiser e desejar!
Quem deve amar em primeiro lugar, a sua profissão é você mesmo. Nenhuma outra pessoa deveria prezar tanto a sua profissão quanto você. Se não der prioridade a ela, outros poderão esquecê-la e você levará a pior como profissional. Não espere pelos outros. Faça acontecer.
Você é uma pessoa importante para a sociedade. Só uma sociedade subdesenvolvida não reconhece no professor um profissional de primeira linha para melhorar todo o contexto de vida. Os países desenvolveram-se por causa da educação.
A ousadia de ser mestre, mediador, professor está em suas mãos. A fase adulta que já chegou e foi assumida por você, é o passo mais decisivo para se conviver com responsabilidade da vida e a liberdade, conferidas pela sua competência.
Tenha orgulho de sua profissão. Encha o peito e diga o que é, o que sabe, o que estudou, o que é capaz de fazer. Sua vida é um quadro lindo demais para não ter moldura, sua sabedoria uma escultura de uma arte única que pertence só a você.
A sociedade precisa conhecer a sua imagem dentro da moldura, não tenham vergonha de ser!
Quem se rende à tentação do ninho, jamais apende a voar; quem não se aventura pelos mares, verá o casco de seu barco apodrecer em pleno cais; quem não ousar na vida profissional, ficará superado porque não foi capaz de dialogar com as mudanças que o tempo ofereceu. E este é o meu grande desafio agora, estar participando deste curso, procurando me interagir com novas mudanças.
Estas palavras do autor são muito importante s e incentivadoras a nós professores e isto tudo tem muito a ver com a nossa história.

Olá colega, sou Renata Hendler do pólo de Três Cachoeiras,concordo plenamente com as tuas colocações.Sabemos que a profissão de educador ou educadora, não é uma simples profissão.
Temos de ser pacientes,passivos e acima de tudo muito competentes. Sómos artistas frente aos nossos alunos.
Somos muitos professores neste país, preocupados com salários, com capacitação profissional, com condições de trabalho, com a tarefa de ensinar, que segundo Paulo Freire, em seu livro Pedagogia da Autonomia, nos relembra muito bem nosso papel:
"Ensinar não é transferir conhecimentos,mais criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção."
Ensinar nos exige humildade, tolerância e luta em defesa dos nossos direitos.
Encontramos todos os dias realidades diferentes na vida de cada aluno.Cada ser possui a sua própria essência e seu próprio ritmo, pois a autonomia faz parte da própria natureza educativa, sem ela não há ensino, nem aprendizagem.


Eu me chamo Rosali Cunha Thomas
Conforme o que a colega Renata Hendler colocou citando Paulo Freire:- ¨Ensinar exige-nos humildade, tolerância e luta em defesa dos nossos direitos¨. Esta citação, fez me lembrar de um fato que estou vivenciando neste encerramento do ano letivo entre vários desafios que nos deparamos, a avaliação de alunos. Deparo-me com a avaliação de um aluno que é hiperativo e a família não aceita que ele não passe de ano, do outro lado tenho uma professora de reforço que não é comprometida com o aluno, no sentido de realmente aplicar o que sabe para ajudar ele. Esta problemática enfrentada, faz-me retornar aos pensamentos desse pedagogo, onde ele nos diz que äto de ensinar, segundo Freire (id.p.102), exige segurança, competência profissional e generosidade.Estou em um impasse pois tentei ajudá-lo,inclusive procurei durante o ano a orientadora educacional para intervir junto a SEC na busca pela professora de reforço. Os pais fizeram uma pressão e apareceu essa professora que exige laudo médico para dar aula.Concordo com ela contudo, não aceito que sabendo da necessidade do aluno fuja dizendo que não faz milagres e diz que o pai vai complicar é comigo. Gosto muito do menino entretanto se passar para a 4º série, ele não desenvolveu a aprendizagem real e desenvolve a proximal (psicopedagogia On line *Portal da Educação e Saúde Mental (Considerações Finais), poderá ser ridicularizado pelos seus novos colegas. Precisava saber se existe uma avaliação distinta para as crianças com laudos médicos. A reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação teoria/prática sem a qual a teoria pode ir virando um blábláblá e a prática ativismo (Freire,1998, p.24). Poderemos sentir a essência da educação no momento em que somos críticos construtivistas consigo e com os outros. Críticos no sentido de ficarmos alegres em encontrar um erro que refletindo juntos podemos mudar e não permanecer nele.
O ato de ensinar, segundo Freire (id.p.102), exige segurança, competência profissional e generosidade. Freire ressalta a importância de sermos professores preparados mas que também possamos ter capacidades básicas que interferem neste contexto como: doação, o ato de falar e escutar (devem ter o mesmo peso) mas se possível escutar mais o outro.
Quando nos apaixonamos pela profissão que exercemos e o ser que somos e construimos no dia-a-dia as conseqüências positivas acontecem naturalmente em ambos os lados professor/aluno/professor.
Conforme Paulo Freire diz ¨Docência sem ética não pode existir. O professor deve proteger sua ética tanto profissional como pessoal enfrentando as dominações que insistem em desmistificar o professor e ás vezes sem percebermos colaboramos para que isso aconteça no nosso meio escolar.

do polo de Alvorada, me formei no magistério em 1996 e trabalho desde 1998 no Estado. Dou aula para alunos de 4ª série na Escola Leopoldo Hoff em Porto Alegre. Adoro a minha profissão e sempre procurei dar um diferencial nas minhas aulas. Por isso, sempre trabalhei com teatro, música e dança e acredito que isso é criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.
Me identifiquei muito também com uma parte do livro "Pedagogia da Autonomia" de Paulo Freire quando ele cita que:
Como educador preciso de ir "lendo" cada vez melhor a leitura do mundo que os grupos populares com quem trabalho fazem de seu contexto imediato e do maior de que o seu é parte. O que quero dizer é o seguinte: Não posso de maneira alguma, nas minhas relações político-pedagógicas com os grupos populares, desconsiderar seu saber de experiência feito. Sua explicação do mundo de que faz parte a compreensão de sua própria presença no mundo. E isso tudo vem explicitado ou sugerido ou escondido no que chamo " leitura do mundo" que precede sempre a "leitura da palavra".
Como trouxe uma vasta experiência pessoal antes de entrar na carreira do magistério, procuro respeitar as experiências vivênciais de meus alunos e realizar uma troca de experiências para que então possamos construir a nossa formação junto.



Olá colegas, sou Rosária do Pólo de Alvorada.
Paulo Reglus Neves Freire, educador, conhecido no Brasil e no exterior apenas como Paulo Freire, nasceu em Recife, PE, em 19 de setembro de 1921, filho de Joaquim Temístocles Freire e Edeltrudes Neves Freire.
Freire precisou pedir asilo político e sair do Brasil com 43 anos de idade. Viveu afastado de sua pátria (no Chile, EUA e Genebra) e de seus familiares por mais de quinze anos. Nesse tempo perdeu sua mãe e muitos de seus amigos. Entre esses inúmeros militantes políticos animadores dos “círculos de cultura” e monitores do Programa Nacional de Alfabetização, que não foram poupados das torturas e perseguições dos anos de ditadura militar. Seu “pecado” fora alfabetizar para a conscientização e para a participação política. Acreditava que a sociedade era injusta e discriminatória e que precisava ser transformada. Alfabetizar para o povo emergir da situação de dominado e explorado, que através da politização pelo ato de ler a palavra pudesse reler, criticamente, o mundo (Método de Alfabetização Paulo Freire), visto como altamente subversivo pela elite conservadora. Paulo Freire luta por justiça: "É por esta ética inseparável da prática educativa, não importa se trabalhamos com crianças, jovens ou com adultos, que devemos lutar" (FREIRE, p.16, 2006). Nossa prática precisa estar repleta de ética, afetividade, coerência e respeito pelo saber do aluno/aluna.
REFERÊNCIAS
http://www.paulofreire.org/ Acessado em: 30 / 11 / 2006
kid9_peq.gif FREIRE, Paulo.
Pedagogia da Autonomia : saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 34ª ed. 2006.
FREIRE, Paulo.
Pedagogia da Esperança : um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 5ª ed. 1998 (Notas de Ana Maria Araújo Freire).

Olá pessoal, sou a Rita Freiberger do pólo de Gravataí. Primeiramente gostaria de falar que como várias outras colegas também iniciei no magistério por causa de meus pais que insistiram e acharam que era o melhor para mim, não sei se foi o melhor porque nunca trabalhei em outra coisa para saber, mas de uma coisa eu sei, gosto muito de minha profissão e agora com este curso estou podendo me conhecer melhor como professora e estou revendo cada vez mais minhas práticas. Me identifiquei bastante com as idéias de Paulo Freire, principalmente porque a proposta dele parte do estudo da realidade.Os conteúdos de ensino são resultados de uma metodologia dialógica. O importante não é transmitir conteúdos específicos, mas despertar uma nova forma de relação com a experiência vivida. Antes de qualquer coisa,é preciso conhecer o aluno. Conhecê-lo enquanto indivíduo inserido num contexto social de onde deve sair o conteúdo a ser trabalhado. Aprendi muito lendo , além dos textos indicados, também com
Método Paulo Freire

Sou a Patrícia Rosso e pela terceira vez estou tentando dialogar através desta sala,mas por algum motivo quando abro novamente o computador tudo o que escrevi desapareceu!!!
Bom mas conversando sobre Paulo Freire,acredito realmente ser o grande mestre da educação e da vida,deixou-nos lições e práticas que deveríamos seguir em nosso cotidiano escolar,para que assim pudessemos educar também para a vida.
Seguindo o que a colega Rita relatou,para Paulo Freire, a pedagogia deve deixar espaço para o aluno construir seu próprio conhecimento,sem se preocupar em repassar conceitos prontos( o que freqüentemente ocorre na prática tradicional).
" O homem desenvolve relações entre a ação e reflexão por meio da experiência concreta,não pode haver reflexão e ação fora da relação homem-realidade ( Freire,1979:17,28)



Olá Pessoal, quantos cometários interessantes! Sou Silvia do Pólo de Sapiranga, concordo com a Patrícia quando diz que "o ensino é muito mais que uma profissão, é uma missão que exige comprovados saberes..." Paulo Freire diz:"Saber que ensinar não é transmitir conhecimentos, mas sim criar as possibilidades, para a sua própria produção ou a sua construção. Quando entro em uma sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, à curiosidade, às perguntas dos meus alunos, a suas inibições, um ser crítico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho à de ensinar não é transmitir conhecimentos"(p.52). Em seu livro Paulo Freire quer que os educadores estejam conscientes de seu papel como agentes de transformação, seja através de um gesto de carinho, de um diálogo bem conduzido, pois os alunos estão em constante transformação, e muitas vezes um pequeno gesto faz a diferença. A nossa profissão é uma das que marcam, ou para o bem ou para o mal, mesmo sem querer deixamos marcas em cada ser que passa pelas nossas mãos, Muitas vezes já me deparei com ex-alunos que dizem lembra de mim? Fui teu aluno.Tento explicar que nestes anos todos de carreira são muitos alunos, é díficil lembrar de todos. Mas há outros que passam e não cumprimentam,então fico pensando o que será que eu fiz... e assim vai ficando as nossas marcas.


Olá !!! Sou Patrícia Lippert do pólo de Três Cachoeiras.
Como as colegas já comentaram, Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia, nos mostra que a educação é ideológica, mas dialogante e atentiva, para que se possa estabelecer a autêntica comunicação da aprendizagem, como alma, sentimentos e emoções, sonhos e desejos. A pedagogia de Paulo Freire é fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando. O ensino é muito mais que uma profissão, é uma missão que exige comprovados saberes no seu processo dinâmico de promoção da autonomia do ser de todos os educandos.
A Pedagogia da Autonomia é sem dúvida uma das grandes obras da humanidade em prol duma educação que respeita todo o educando (incluindo os mais desfavorecidos) e liberta o seu pensamento de tradições desumanizantes - porque opressoras. A esperança e o otimismo na possibilidade da mudança são um passo gigante na construção e formação científica do professor ou da professora que "deve coincidir com sua retidão ética". Paulo Freire, um Professor que através da sua vida não só procurou perceber os problemas educativos da sociedade brasileira e mundial, mas propôs uma prática educativa para os resolver.
Uma das principais mensagens que o autor deixa nesta obra, a meu ver, é o significado do ensinar. É com a mais brilhante vocação que o autor nos mostra em simples palavras que ensinar é todo um processo de troca entre aluno e professor, onde ambos aprendem, ambos adquirem e sanam dúvidas, ambos crescem como seres humanos. É a mensagem de que para ensinar precisamos, antes de mais nada, ter a consciência da importância e da beleza desta tarefa, da importância de se poder fazer a diferença num sistema socio-econômico-político com certezas às vezes tão opressoras e cruéis àqueles que não dispõe de meios financeiros para obter cultura e informação. Enfim, o professor Paulo Freire nos dá uma aula de ensinar, e nos fornece com um pensamento livre e despojado uma grande inspiração: de que ensinar vale a pena.



E aí pessoal! Eu sou a Patrícia Barbosa de Três Cachoeiras, primeiramente gostaria de parabenizá-las essa wikstória, está muito legal, pude conhecê-las melhor e isso é incrível.
Paulo Freire como disse a colega Patrícia Rosso é com certeza um grande mestre da educação e da vida, precisamos sim nos espelhar nesse grande homem para que assim possamos promover uma educação de qualidade em nosso país. Silvia, quando Paulo Freire diz que :"Saber que ensinar não é transmitir conhecimentos, mas sim criar as possibilidades, para a sua própria produção ou a sua construção. Quando entro em uma sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, à curiosidade, às perguntas dos meus alunos, a suas inibições, um ser crítico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho à de ensinar não é transmitir conhecimentos"(p.52). Acredito que ele se refere ao que procuramos fazer diariamente com os nossos alunos: Construir a aprendizagem. Claro que estamos longe de sermos como Paulo Freire, mas acredito sinceramente que estamos, mesmo que paulatinamente caminhando para sermos alguém que marque a vida de nossos alunos e que essas marcas sejam positivas que venham influenciá-los a serem cidadões críticos, responsáveis, capazes de transformar a realidade em que vivem.
E o que a Patrícia Lipperti menciona é para mim de estrema valia e com toda certeza acredito e concordo com ela quando afirma que: ”O autor nos mostra em simples palavras que ensinar é todo um processo de troca entre aluno e professor, onde ambos aprendem ambos adquirem e sanam dúvidas, ambos crescem como seres humanos”. Pati e demais colegas eu leciono a apenas 4 anos e ao ler livros, artigos de Paulo Freire,confesso que entro em choque pois ele sabe como tocar a alma de um professor, ele com toda a sua experiência, conhecimento e inteligência passa para nós educadores algo de um valor imenso, que resume o nosso agir, portar, enfim o nosso trabalhar e o melhor de tudo que ele nos passa tudo com tanta veracidade devoção, com uma verdadeira paixão.
A cada capítulo do livro vemos que a ensinar exige isso ou aquilo ,mas acredito que o que Paulo Freire realmente quer
deixar claro é que para ensinar exige que tenhamos comprometimento e só nos comprometemos por completo aquilo que realmente amamos!!!!
images.jpgPAULO FREIRE era comprometido com a EDUCAÇÃO.

Ei Povo!

Alguma de vcês já foi dar uma olhada nas outras salas?


Sala 02 - Sala 03 - Sala 04 - Sala 05 - Sala 06 - Sala 07

ou nas salas especiais?

:: alfabetizar
:: Trabalho em Grupo e Diferenças de classes
:: necessidades especiais

Ou estão à fim de uma guarana.jpg gelada no nosso bar?

Olá pessoal, como estão todos? Sou o Paulo Medeiros - Gravataí - e, em primeiro lugar, dispenso a "gelada" que está no bar, exceto se for MESMO um guaraná como o da foto; opção minha por não beber, mas não me incomodo caso alguém se sirva. Tomarei um café. O que a mim incomoda é a atitude indiferente de um ser humano por seu semelhante ou, tão ou mais grave, sua crueldade para com todo o ser vivo.
Paulo Freire afirma que é preciso "querer bem aos educandos". Em salas super lotadas como as nossas, nas quais 35 alunos é a rotina, importar-se com cada um e fazer com que experimentem como é ser especial para alguém (no caso, o professor) certamente é uma das melhores opções se o objetivo do mestre é promover o outro, aceitando-o como ser único, singular, questionador e carente de ações que o enriqueçam.
Em finais de ano, exatamente como neste instante, como se faz necessário não esmorecer diante das dificuldades que permanecem aparentemente intransponíveis!


Olá Colegas, tudo bem? Sou a Rosimeri Cardoso de Três Cachoeiras, e concordo com o colega Paulo Medeiros, quando fala da realidade de nossas salas de aulas superlotadas, e acredito na relação afetiva entre professores e alunos também. É esse afeto, e esse carisma que nos nos fazem professores capazes de contornar nossas dificuldades, que realmente são muitas , porém nossa missão é maior, nosso desejo de educar é sublime e isso faz de nós pessoas especiais.
No livro Pedagogia Da Autonomia, de Paulo Freire, aprendemos dentre outras coisas, que o bom professor é aquele que consegue, por meio da fala trazer o aluno para a intimidade do movimento de seu pensamento, e assim seremos capazes de fazer de nossas aulas verdadeiros desafios e não "cantiga de ninar".
Aguçar a curiosidade é outro ponto, que o mestre nos relata quando nos diz: " O exercício da curiosidade a faz mais criticamente curiosa, mais metodicamente "perseguidora" do seu objeto. Quanto mais a curiosidade espontânea se intensifica, mas, sobretudo, se "rigoriza", tanto mais epistemológica ela vai se tornando". abracao_urso.gifDa amiga Rosi.

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Olá colegas!!
Sou Roseane Machado da Silveira, do pólo de Alvorada.
Concluí o Magistério no ano de 1998, aos 18 anos.Durante o curso, tive embasamentos teóricos e técnicas a serem utilizadas em sala de aula e percebia que muitas das coisas que me eram passadas, na prática, não poderiam ser usadas como uma receita pronta, com resultado final previsível.
Por ter esta concepção, não senti o "choque" do despreparo para a realidade de sala de aula quando iniciei o meu estágio.Nele pude constatar que devemos reconhecer nosso aluno como um ser que deve primeiramente ser respeitado e compreender sua historicidade, enfim, que o laço afetivo deve existir entre educador e educando para que haja a troca de saberes.
É apartir deste olhar atento aos anseios e realidade do aluno que devemos iniciar o nosso trabalho docente, utilizando técnicas apropriadas para o momento.
Dentre tantas falas sábias de Paulo Freire, cito algumas que norteiam meu "ser professora" :
"É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática."
"É na inconclusão do ser, que se sabe como tal, que se funda a educação como processo permanente."
"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção."
"Tão importante quanto o ensino dos conteúdos é a minha coerência na classe. A coerência entre o que digo, o que escrevo e o que faço."
"É esta força misteriosa, as vezes chamada vocação, que explica a quase devoção com que a grande maioria do magistério nele permanece, apesar da imoralidade dos salários. E não apenas permanece, mas cumpre, como pode, seu dever amorosamente."


SOU RITA FREIBERGER DO PÓLO DE GRAVATAÍ ESTOU GOSTANDO MUITO DE TODAS AS FALAS QUE ESTÃO SENDO FEITAS. cONCORDO MUITO COM A rOSEANE QUANDO COLOCOU QUE NÃO ADIANTA TERMOS RECEITAS PRONTAS PARA APLICARMOS EM NOSSOS ALUNOS, DEVEMOS SIM, FAZER UM RECONHECIMENTO DE NOSSOS ALUNOS E INICIAR NOSSO TRABALHO DOCENTE UTILIZANDO TÉCNICAS APROPRIADAS PARA O MOMENTO.
DAS FALAS QUE VOCÊ CITOU DO PAULO FREIRE ACHO QUE "ENSINAR NÃO É TRANSFERIR CONHECIMENTO, MAS CRIAR POSSIBILIDADES PARA SUA PRODUÇÃO OU A SUA CONSTRUÇÃO" É UMA DAS QUE MAIS ME TOCA, DEPOIS DE TANTOS ANOS DE MAGISTÉRIO, DEPOIS DE TANTOS ACERTOS E DESACERTOS.

Olá colegas! Sou a professora Roseli Roos, da escola Caetano Gonçalves da Silva, de Esteio. Como alguns de vocês, vou começar falando do i´nicio da minha trajetória, do momento em que decidi ser professora... Eu me tornei professora, na época, por ser a profissão sugerida pela família como sendo a profissão ideal, pois ao mesmo tempo que te proporcionava uma formação, garantia a profissionalização através do curso Normal, o que possibilitava o ingresso no mercado de trabalho... Mas resumindo... ser professora é minha paixão, não me imagino, hoje, exercendo nenhum outro tipo de atividade... Assim como os colegas citaram as passagens de Paulo Freire que são mais expressivas na sua realidade docente, tenho minhas contribuições e considerações a fazer...
"O educador libertador está com os alunos em vez de fazer coisas para os alunos. Nesse ato conjunto de conhecimento, temos racionalidade e temos paixão. É isso que eu sou um educador apaixonado, porque não entendo como viver sem paixão"
"Nossa tarefa na educação exige compromisso e enganjamento em favor da superação das injustiças sociais."
"A escola que se pensa, em que se atua, em que se cria, em que se fala, em que se ama, se adivinha, a escola que apaixonadamente diz sim à vida. E não à escola que emudece e me emudece."
"A tolerância é a virtude que nos ensina a viver com o diferente. A aprender com o diferente, a respeitar o diferente."
" A humildade me ajuda a jamais deixar-me prender no circuito de minha verdade."

Olá colegas! sou Roselana Rodrigues, trabalho na Ecola Municipal de Ensino Fundamental Dom Pedro II em Alvorada.
Ser professora confesso nunca foi o sonho da minha vida, fiz o magistério por acaso, pensei nas férias de inverno, férias de verão e na estabilidade em por ser uma funcionária pública. Nunca imaginei que iria me apaixonar tanto por essa profissão,
ser professora está nas minhas veias amo o que faço. Estar em sala de aula com uma turminha de crianças é maravilhoso,
prendo muito com elas, aprendi principalmente que o mundo não gira em torno de mim.
Sou professora desde 1999 e cresci muito nestes últimos anos,como pessoa e como profissional.
"A atividade docente de que a discente não se separa é uma experiência alegre por natureza".
"Ensinar exige segurança,competência profissional e generosidade". (Paulo Freire).

Oi Pessoal! Sou a Raquél Pinto Flores do Pólo de Gravataí. Demorei para entrar na nossa sala, mas hoje estou aqui para falar um pouquinho da minha trajetória .
Como alguns de vocês, tornei-me professora não por opção, mas para ter uma carreira estável, pois já tinha uma família constituída .
Não demorou muito e soube que a profissão escolhida estava realmente no sangue. Essa que mãe e irmãos já praticavam. Fui a última a me “render” e ficar apaixonada.
Hoje interagindo com tantas pessoas no curso e estudando Paulo Freire, vejo que mesmo sem muitos conhecimentos teóricos, já praticava os ensinamentos dele.
Escolhi este trecho da Pedagogia da Autonomia que fala da necessidade de ensinar querendo bem aos educando, para retratar o meu sentimento pelos alunos.
“A experiência docente de que a discente não se separa é uma experiência alegre por natureza. É falso também tomar como inconciliáveis seriedade docente e alegria, como se a alegria fosse inimiga da rigoridade. Pelo contrário, quanto mais metodicamente rigoroso me torno na minha busca e na minha docência, tanto mais alegre e esperançoso também. A alegria não chega apenas no encontro do achado mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não podem dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria. O desrespeito à educação, aos educandos, aos educadores e às educadoras corrói ou deteriora em nós, de um lado, a sensibilidade ou a abertura ao bem querer da própria prática educativa de outro, a alegria necessária ao que-fazer docente. É digna de nota a capacidade que tem a experiência pedagógica para despertar, estimular e desenvolver em nós o gosto de querer bem e o gosto da alegria sem a qual a prática educativa perde o sentido”.**