Olá, sou Talita Belardo do pólo de Gravataí. Paulo Freire é nosso grande mestre, lutou por mudanças e nos mostra o caminho a seguir, devemos começar a mudança em sala de aula, como já falamos anteriormente, somos formadoras de opinião, as políticas públicas reforçam apenas esse nosso sistema de educação, o professor já não é mais respeitado.Devemos agregar nossos alunos e toda asociedade nesa nossa "batalha", Transformar a educação, Criarmos "pensadores", não "máquinas de repetição" e engajá-los na nossa luta.

Olá, sou Salete Schmidt e já estou cansada de me apresentar!! O que vocês acham de partir para o que interessa antes que suma tudo de novo?! Paulo Freire sempre teve idéias bem progressistas a respeito da educação e sem dúvida é um dos maiores educadores de todos os tempos, mas colegas! vocês consideram que as políticas públicas para a educação em nosso país estão recebendo ao menos reflexos deste pensamento progressista, que diga-se de passagem não são nenhuma novidade e já possuem muitos estudos que lhe dão credibilidade?

Não há interesse nem vontade política para recursos para a educação.Não acredito que possa mudar!
sou Sandra Oliveira e jápostei tantas vezes aqui e não aparece nada depois...Estou tentando de novo e aqui.

Boa, Salete! Concordo contigo :) Tanto que movi a apresentação das colegas lá para a página de apresentações. Vamos abrir espaço para a conversa aqui, neh!
Eu penso que as nossas políticas públicas refletem a sociedade capitalista em que vivemos, com suas práticas, com suas regras. As políticas e as próprias leis da educação apenas reforçam a permanência deste tipo de sociedade.
Que vcs acham?

Oi Salete, sou a Simone Scherer de Sapiranga, concordo com suas colocações e digo mais, os poucos que acreditam na mudança da educação, são mantidos bem longe do poder público, pois são considerados uma ameaça para os governantes capitalistas que temos. Mas o que e como podemos fazer para que a grande massa eleitoral reflita sobre isso antes de confeirmar seu voto e dar 4 longos anos de poder para mais um político capitalista? Acredito que temos que ser persistentes e iniciar essa luta lá na Educação Infantil, mas para isso precisamos de parceria, de força, de união da classe, coisa difícil de encontrar atualmenmte. Chego a me indignar quando penso nas diversas possibilidades que temos para transformar e melhorar a educação brasileira e, também, nos inúmeros obstáculos que temos pela frente. Mas como Freire sempre colocou suas idéias progressistas e não desistiu, também não podemos desistir e um dia chegaremos lá. Espero poder contar sempre com profissionais como você Salete. Si.

Salete, sou Stela Maris, de Arroio do Sal e sempre acreditei na fala de Paulo Freire. De muito longe e há bastante tempo vêm suas idéias, partindo de Marx. É claro que pouco interessa aos nossos governantes que façamos uma educação voltada para a emancipação, oportunizando que nossos @lunos se insiram na realidade que vivemos e pensem em modificar nossa sociedade para um lugar mais justo e igualitário. Com certeza, perderiam seu posto de "donos/detentores" do poder de manipulação das massas.
Salete, em todo mundo, não só no Brasil, a educação é feita ou é bolada para manter o que está posto, e isso quer dizer o capitalismo.Ontem eu estava lendo uma discução que nós fizemos e acredito que é através das luta de classes que se consegue alguma coisa.Na verdade, mesmo as escolas públicas, são burguesas.Nós perpetuamos o que já está feito.Tania

Olá, Salete e Stela!
Sou Susana Regina , de Sapiranga e concordo com o que vocês disseram sobre os nossos governantes, que preferem manter a nossa sociedade como está e com isso a educação tem que ser ,não voltada para modificações da sociedade, com alunos críticos e conscientes,mas sim alunos passivos.

Oi meninas!
Sou a Suzan P. David , de Sapiranga. Concordo com todas vocês. A política brasileira está deteriorada. Tudo está dificil, até mesmo a educação. Cabe a nós, professores educadores começarmos uma campanha educativa na primenrira infância do indivíduo para torná-los adultos íntegros, honestos. É dificil, eu sei e, às vezes, isto se torna quase impossível. Mas devemos continuar tentando. Ler Paulo Freire é uma ajuda para sabermos retirar as pedras do caminho. Beijos.

Ola garotas, voltei, mas minha primeira participação no papo sumiu...hahaha. Concordo com todas voces, realmente o nosso ensino tem muitos problemas, mas ,como disse a colega Suzan cabe a todas nos iniciarmos essa mudança.E lendo os depoimentos das colegas tenho certeza que isso é possível,pois todas percebem claramente a situação atual e sabem que caminho seguir para uma renovação do ensino.O que voces acham? Beijinhos SilvanaMichels

Oi, Meninas! Sou eu, de novo, a Suzan. Tenho uma pequena história para vocês.


train_steam_engine_md_wht.gifTodo início de ano letivo você embarca numa viagem. Nesta viagem, a escola é o veículo que transportará seus ocupantes para caminhos jamais sonhados, caminhos maravilhosos e, às vezes, desagradáveis (estes fazem parte da trilha e, para um bom desempenho do percurso, são necessários).
Seus alunos são os passageiros, sempre sedentos de aventuras e de novos conhecimentos.
Você é o condutor deste veículo e o responsável pelo desempenho, disciplina, bem estar de seus passageiros. Sua bagagem deve ser essencialmente leve para não pesar e suficientemente pesada para saberes que tens uma missão à cumprir. Cabe à você, exímio cicerone, que a chegada seja repleta de alegrias, de objetivos alcançados, de obstáculos ultrapassados, com passageiros ponderados quanto a seus conhecimentos e dispostos è recomeçar a viagem na próxima estação.
Enquanto você se esforça pra ser um condutor comum e fazer tudo igual, insistindo na mesmice, seus passageiros podem não apreciar o roteiro, pois portadores de perguntas desconcertantes e ávidos por respostas inusitadas. Não caia na rotina, não cometa a insensatez de achar que as viagens e os passageiros são todos iguais. O tempo não pára, a paisagem sofre metamorfoses, os passageiros vêm de localidades distintas. Embarque com muita lucidez e bom senso. Aprecie a paisagem e seus companheiros de jornada e verás que o trajeto será maravilhosos. Beijos. SUZAN PEREIRA DAVID.


Olá Suzan! Sou Simone Matos do pólo de Três Cachoeiras e lendo teu relato, achei muito interessante o exemplo que deste em relação à nossa profissão, realmente, somos condutores desta viagem e devemos estar bem preparados para proporcionar um caminho tranquilo nos levando a alcançar nossos objetivos, embora encontramos muitos desafios,seja no nosso sistema político educacional, ou em outros tantos existentes em nosso país, oque nos remete a nos dedicar intensamente aos nossos objetivos, bem como Paulo Freire cita:"Ao pensar sobre o dever que tenho, como professor, de respeitar a dignidade do educando, sua autonomia, sua identidade em processo, devo pensar também, como já salientei, em como ter uma prática educativa em que aquele respeito, que sei dever ao educando, se realize em lugar de ser negado." Um grande abraço!!!!!!!!Simone Matos.

Olá Colegas!
Sou Stela Maris do Pólo de Sapiranga, concordo com as colocações de vocês a respeito das políticas públicas e o descaso com a educação, porém Paulo Freire afirma em suas obras que é necessário haja desacomodação do próprio professor.
Ora! Somos uma das maiores classes trabalhadoras que existe, entretanto não conseguimos nos organizar enquanto classe, nem a nível municipal, nem estadual e muito menos a nivel nacional, dessa forma, é fácil direcionar a educação, pois somos indivíduos instruidos que raramente conseguem socializar os conhecimentos adquiridos, mesmo entre pares, em um nível de igualdade.
Talvez o dia em que os professores conseguirem essa unificação:conhecimentoação iremos ter voz ativa,agentes de mudança real.
Beijinhos Stela Maris

E ai Salete! Onde tu andas menina? Não apareceu mais...
Gurias, como aqui em SLeo hoje foi feriado aproveitei para reler o livro do P.Freire.É muito legal que relendo consegui fazer outras consideraçoes, talvez por estar em outro momento, e é sempre muito boa leitura.E voces garotas? Silvana

Silvana, eu também já tinha lido e livro em outra ocasião, mas agora ao reler, tive uma outra visão dele, bem mais aprofundada. Gostei muito da experiência, pois Paulo Freire me ensina muito sempre, aliás ele consegue tocar todos os profissionais da educação que lêem suas obras de arte. Um abraço da colega Si: Simone Scherer de Sapiranga.

Vocês sabem colegas que na verdade ser professora não estava nos meus planos na adolescência, mas fui cursar magistério e foi na prática que me apaixonei em trabalhar com alfabetização.

Eu, Silvana, também não pensava em ser professora,mas com o nascimento do meu filho tudo mudou, passei a enxergar coisas que até então não enxergava.Senti uma enorme necessidade de fazer alguma coisa( por menor que fosse) para mudar as coisas, ai resolvi largar meu emprego(bancaria) e trabalhar com crianças. Fiz o magisterio e comecei a dar aula no municipio de SLeo no ano seguinte. Eu adoro o que faço. Não sei muitas vezes se estou no caminho certo, mas estou tentando fazer o melhor possível. Também não sei se vou mudar muita coisa, mas sinto que muitos professores estão conscientes do seu papel e isso é muito bom, com certeza muitas crianças vão crescer com uma outra visão da vida, com sonhos, planos...
É isso! Beijo
Bom,meninas sou Viviane ,lendo os questiomnamentos de vocês senti que todas estão realmente preocupadas com a educação de nossos alunos,e nós como formadores devemos nos questionar sobre as políticas educacionais do nosso país, já que como formadores temos como mudar essa situação...Se cada uma de nós lançarmos uma sementinha,aos poucos vai se multiplicando e quem sabe podemos mudar essa situação. Assim como diz Paulo Freire "
O homem não pode participar ativamente na história, na sociedade, na transformação da realidade se não for ajudado a tomar consciência da realidade e da sua própria capacidade para a transformar." Então cabe a nós ajudar os nossos alunos a transformar essa realidade.
Cara colega Viviane, cada dia tenho mais certeza do quanto é grande nossa responsabilidade em ajudar nossos alunos a construírem essa consciência tão importante para o futuro que almejamos e para o próprio bem deles. Que bom saber que você também está neste barco. Se precisares de uma mão para te ajudar, conte comigo. Um abraço, Si. Simone Scherer de Sapiranga.

Olá colegas, sou Tatiana do pólo de Gravataí, trabalho no magistério a 16 anos, mas a cada ano faço um "novo estágio", todo ano é uma realidade diferente, dificuldades diferentes,experiências novas. Já trabalhei de 1ª à 8ª série, várias disciplinas, mas a série que eu mais me identifico é a 1ª série, é nesta que consigo ver um retorno maior, estamos construindo o alicerce deste aluno, é uma responsabilidade muito grande , mas muito gratifficante também. Concordo em grande parte com as colocações que fizeram. Acredito que para nossos governantes quantos mais pessoas desinformadas melhor. Pois assim a manipulação é mais fácil, a troca do voto pelo favor cai bem.
Temos a obrigação de trabalhar com nossos alunos desde a 1ª série, o direito do voto , ouvir as propostas e fazer as cobranças. Propor em nossas salas debates, para que cada um possa expor suas idéias e defendê-las.Como no fala de Paulo Freire, citada pela colega Viviane, temos que ser agentes transformadores e ajudar nossos alunos na sua transformação. É claro que temos alunos que vem para a escola com uma bagagem política, com pais bem informados, lares onde já ocorrem discuções com a participação da criança, mas temos também aqueles que nunca ouviram falar. Cabe a nós passar tais informações.
1[1].jpgOlha que coisa mais lindinha a casa do Paulo Freire!
Eu sou a Sandra Oliveira e estou tentando deixar meu texto aqui. Ele já sumiu duas vezes.
Sou professora há 28 anos e como disse outra colega cada ano é um novo estágio. O nosso trabalho é sempre assim, precisamos nos reciclar a cada ano e correr atrás das novidades. Precisamos ter em mente nosso caminho e nosso verdadeiro papel. Que jovens queremos formar? Somos professores ou educadores? Existe diferença entre estes termos? Que a raivosidade e a odiosidade não nos deixe perder o poder da indignação.
"Minha presença no mundo não é a de quem se adapta, mas a de quem se insere."
Salve mestre Paulo Freire!
Desculpem meninas, fui ao banheiro mas já estou de volta! Onde estavamos?(Saleteschmidt)
Olha pessoal, também concordo que as políticas públicas não andam e nunca andaram em sintonia com as necessidades educacionais de nosso país. Mas nem tudo é culpa dos outros, principalmente quando consideramos as responsabilidades que temos como formadores. Muitas vezes nos beneficiamos com a mesmice e com a inoperância e só por isso, por estes "benefícios" que custam caro, é que a educação no Brasil chegou onde está. Percebam que temos grandes nomes nas pesquisas sobre educação, pedagogos geniais como o próprio Paulo Freire e ainda assim estamos sempre atrás! Existe um autor, cujo nome não me recordo agora, que fala dos três "erres" : Razão, Revolta e Responsabilidade. E disso que o Brasil precisa para superar suas crises, inclusive na educação. Perceber o problema, indignar-se com ele, ainda que para poucos ele seja uma solução e assumir sua cota de responsabilidade, agindo contra, mesmo que seja sozinho. Um dia não estaremos mais sós!!
parlenda.gifSalete,concordo contigo quando diz que nem tudo tudo é culpa dos outros ,devemos ser mais atuantes,nao digo que temos que fazer rebeldia ,mas atuar em nossas salas de aulas,ser diferentes,pois aos poucos os interesses da maioria vão mudando,e,mesmo que as barreiras sejam difícieis,não são eternas(Paulo Freire),não vamos mudar o mundo em um dia mas vamos começar a plantar a sementinha...
Viviane
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Olá!
Sou Sheila C. M. de Oliveira,do Pólo de São Leopoldo,e também penso que as atitudes dizem mais do que palavras, temos que agir! As coisas não vão bem na área da educação? Então mãos a a obra, pois ser professor é ser um mediador, um orientador no processo de ensino aprendizagem. É promover atividades desafiadoras, dinâmicas e criativas. É incentivar a autonomia, a auto-estima, a criatividade o senso crítico dos alunos para que na era do conhecimento e da informação eles saibam assimilar o que é interessante, saibam se posicionar lutando pelos seus direitos ,cumprindo com seus deveres e questionando-os quando necessário.
Segundo Paulo Freire formar para a autonomia proporciona a quebra da estrutura de opressão ,gerando uma estrutura igualitária ,de possibilidades idênticas. Deste modo não é o educador o sábio nem o aluno o ignorante , mas ambos estão repletos de conhecimento distintos ,onde não há um julgamento de valor.Nesta educação para a autonomia há simplesmente a inter-relação de experiências que não leva ao acúmulo de informações enfadonhas mas ao acúmulo de experiências vitais .Os educadores ousados são capazes de alimentar os sonhos e proporcionar aos educandos a renovação da história,o crescimento social e a destruição dos sistemas de opressão.
Abraços.beijinhos.gif

Olá Pessoal!!!

Sou a Simone Lentz do Pólo de Três Cachoeiras.

Acabei de ler todos os comentários das colegas, e acho muito importante ressaltar que nós como educadoras e não professoras, lutemos juntos pelos mesmos ideais. Como o exemplo na questão da Política Públicas brasileira.
Todos nós precisamos juntamente com os alunos, lutar por uma sociedade mais justa, igualitária, ética, onde há direitos humanos e escolaridade para todos, .... Pois somos nós quem elegemos nossos governantes, não é mesmo??? Então minhas colegas, isso é um dever de todas nós, não somente para termos esta sociedade tão sonhada como desejamos, mas também para tornarmos nossos alunos seres críticos, pensantes, desafiadores e autônomos, no qual estão inseridos no seu meio.
Paulo Freire coloca-nos, no seu livro Pedagogia do Oprimido: capítulo2, subtítulo: 2.5 - Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educandos: “... Um dos piores males que o poder público vem fazendo no país, no Brasil, historicamente, desde que a sociedade brasileira foi criada, é o de fazer muitos de nós correr o risco de, a custo de tanto descaso pela educação pública, existencialmente cansados, cair no indiferentismo fatalistamente cínico que leva ao cruzamento dos braços. “Não há o que fazer” é o discurso acomodado que não podemos aceitar. “
O que estamos esperando??? Vamos ficar de braços cruzados e ser educadores passivos, que não tem força de vontade de querer e fazer mudar esta sociedade cheia de governantes hipócritas, corruptos, no qual só pensam em ganhar dinheiro à custa de nós mesmos??? Precisamos MUDAR esta situação rapidamente! Vamos fazer, pesquisar, planejar aulas diversificadas, mostrando aos alunos os seus próprios direitos e obrigações como cidadões, torná-los sujeitos ativos, autônomos, como a nossa colega Sheila C. M. de Oliveira nos colocou: “Nesta educação para a autonomia há simplesmente a inter-relação de experiências que não leva ao acúmulo de informações enfadonhas mas ao acúmulo de experiências vitais .Os educadores ousados são capazes de alimentar os sonhos e proporcionar aos educadores a renovação da história,o crescimento social e a destruição dos sistemas de opressão.”
A nossa colega Viviane colocou também que nós EDUCADORES precisamos fazer com que haja a mudança em nossa realidade social:” O homem não pode participar ativamente na história, na sociedade, na transformação da realidade se não for ajudado a tomar consciência da realidade e da sua própria capacidade para a transformar."
Então cabe a NÓS ajudar os nossos alunos a transformar essa realidade”
Já a nossa colega Stela Maris, fala que não podemos ficar de braços cruzados, e que com organização conseguimos alcançar nossos objetivos: “...É necessário haja desacomodação do próprio professor.

Ora! Somos uma das maiores classes trabalhadoras que existe, entretanto não conseguimos nos organizar enquanto classe, nem a nível municipal, nem estadual e muito menos a nível nacional, dessa forma, é fácil direcionar a educação, pois somos indivíduos instruídos que raramente conseguem socializar os conhecimentos adquiridos, mesmo entre pares, em um nível de igualdade.”
Também nos coloca outra situação, no qual acho importante ressaltar : “É claro que pouco interessa aos nossos governantes que façamos uma educação voltada para a emancipação, oportunizando que nossos @lunos se insiram na realidade que vivemos e pensem em modificar nossa sociedade para um lugar mais justo e igualitário. Com certeza, perderiam seu posto de "donos-detentores" do poder de manipulação das massas.”
Suzan David nos coloca: “Cabe a nós, professores educadores começarmos uma campanha educativa na primeira infância do indivíduo para torná-los adultos íntegros, honestos. É difícil, eu sei e, às vezes, isto se torna quase impossível. Mas devemos continuar tentando.”


Então colegas não é só eu que acho que devemos revolucionar a Política Pública brasileira, vamos nos mexer, unir e mudar esta situação??? Esta mudança e só depende de nós!!!!

Abraços e beijos!!!!!


Finalmente alguém parece ter quase a mesma perspectiva sobre as politicas públicas que eu,`claro que quanto mais desunidas e alienadas nós educadoras formos, mais facil será manipular as massas:hora não somos meras transmissoras de conhecimento, somos formadoras de opinião,na realidade nós mesmas não temos noção do poder que temos enquanto classe;o dia que o professor-educador tiver noção do seu poder não há governo que consiga relegar a educação a um plano inferior.Beijos Stela

Olá Stela!!! Aqui é a Simone Lentz, do pólo de Três Cachoeiras. Acredito que não somos apenas nós que pensamos desta forma, mas que muitas outras também. Tem um único pequeno problema, priscisamos conciêntisar juntas as nossas outras colegas, para posteriormente haver MUITAS MUDANÇAS que ocorrem diariamente em nosso país...

Beijosss e abraços!!!!!

Olá a todas as colegas que participaram ou estão participando deste contexto, sou Tãnia de Portão e pertenço ao Pólo de São Leopoldo.Paulo Freire queria mudanças, falava da necessidade de mudanças, e fez mudanças mesmo sozinho. Nós devemos nos inspirarmos nele.Não adianta esperar que um dia nossa classe se una, é sonho, devemos começar em nosso dia a dia, na nossa escola, por nós mesmas. Se cada uma de nós começarmos as mudanças em nossas turmas, quão grande será o número de pessoas, de cidadãos que passarão por uma educação diferente. Devemos pensar nisso. Paulo Freire provou que para educar não precisa muito, somente amor, dedicação e força de vontade, todo resto, não quero dizer que não seja bom ou necessário, é complemento. Devemos começar a transformação por nós mesmas e aí sim estaremos preparadas para orientar futuros transformadores. Para finalizar gostaria de deixar registrado que adorei este grupo de trabalho, pois vejo que já não estou mais sozinha, e se é que realmente sou sonhadora por esperar mudanças, tenho no transcorrer do curso constatado que não estou sonhando sozinha, e que tem grandes chances de meu sonho virar realidade.Abraços.
Colega, toda transformação começa por nós mesmos, concordo contigo. Sendo assim, mãos à obra, não basta só falar em mu7danças, precisamos agir, e rápido, pois cada dia que perdemos esperando que a mudança e a transformação venha dos governantes, mais alunos saem da escola sem nenhuma perspectiva de vida melhor, ded mundo melhor. Vamos batalhar juntas, conte comigo sempre. Si, Simone Scherer de Sapiranga

Ei Povo!

Alguma de vcês já foi dar uma olhada nas outras salas?

Sala 02 - Sala 03 - Sala 04 - Sala 05 - Sala 06 - Sala 07

ou nas salas especiais?

:: alfabetizar
:: Trabalho em Grupo e Diferenças de classes
:: necessidades especiais

Bah, mas vcs falam! Querem uma guarana.jpg gelada ?

então peguem aí...

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Olá colegas, sou a Tamires Dimer do pólo de Três Cachoeiras. Todas as colocações até aqui citadas estão sendo construtivas, pensantes e muito válidas, não acham?
Com certeza cabe a nós professores, querer transformar a nossa sociedade, chega de acomodação!
Sou formada há um ano no magistério, mas tenho a consciência de que a transformação é necessária, e como diz a nossa colega Stela do pólo de Sapiranga, que um dia o professor terá voz ativa na sociedade. E nesta perspectiva Paulo Freire nos incentiva dizendo estas palavras: Educadores e Educadoras reflitam sobre seus fazeres pedagógicos, modificando aquilo que acharem preciso, mas especialmente aperfeiçoando o trabalho, além de fazerem a cada dia a opção pelo melhor, não de

forma ingênua, mas com certeza de que, se há tentativas, há esperanças e possibilidades de mudanças daquilo que em sua visão necessita mudar.

barrinhas.gif

Olá colega Tamires!!!!

Sou a Simone Lentz, também do pólo de Três Cachoeiras.
Também concordo com vocês neste aspecto. Prescisamos pensar, refletir e também ousar, não acha??? ,Digo sim OUSAR MUITO, pois desta forma poderemos analisar e averiguar nossos caminhos no qual estamos lutando ..... e tornando cada vez mais construtivo e pedagógico nossas tarefas frente a docência.

Beijos e abraçosss!!!!!!!!!!

*
Olá, colegas! Sou Susana Regina, hoje voltei a ler os comentários e percebi que todas estão bastante conscientes sobre o poder que nós educadoras temos nas mãos, precisamos ser persistentes, pois temos que desafiar nossos alunos, incentivá-los a pensar, a raciocinar, a tomarem posição e decidirem por si próprios o que querem realmente para suas vidas.

Olá colegas sou Sueli da Silva do Pólo de Sapiranga, escrevi semana passada mas não sei o que ouve meu comentário sumiu, coisa da vida moderana. Mas falando em Paulo Freire , concordo com a colega que diz que cabe a nós professores transformar nossa caminhada, assim como Freire fez com a dele. Porque transformando nós, transformamos nossos alunos e vice versa. Está na hora de deixar aflorar o Paulo Freire que está dentro de nós e vamos refletir sobre nossos fazeres pedagógicos.

Olá colegas! Sou Vanícia e pertenço ao pólo de Três Cachoeiras. Concordo com a colega Stela, nós professores precisamos acreditar no nosso poder enquanto classe formadora de opinião, e não esperar que as coisas aconteçam, mas procurar nos unirmos enquanto classe e buscarmos as mudanças necessárias na educação.
É preciso que o professor esteja a todo momento refletindo criticamente sobre sua própria prática e as políticas públicas, para que possa, aos poucos, melhorar a educação. Ser professor é segundo Freire em sua obra:“ saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.

Concordo contigo Vanícia , os professores precisam se unir e acreditar na força que a classe representa. Segundo Paulo Freire o professor é um ser inacabado, está sempre em construção. Só quem é professor sabe a dimensão da sua responsabilidade como formador de opinião. Ser professor é uma tarefa que exige comprometimento, doação e atualização. O educador deve correr atrás do conhecimento, da informação, da atualização e interagir com os alunos, pois ensinar é aprender. De acordo com Paulo Freire "... tarefa docente não é apenas ensinar conteúdos, mas também ensinar a pensar certo". [ [Sandra]] Pólo de Alvorada.
Antes de sair vou aceitar um guaraná bem gelado, pois foi tão difícil chegar até aqui, me deu uma sede.

Olá Colegas!!!!

Vanícia, também adorei a sua colocação, no qual nos falaste do Paulo Freire , pois todas nós educadoras, estamos muito conciêntes de nossas obrigações frente a nossa tarefa docente. Algumas de nós estamos vestindo a camiseta e lutando para conseguir que nossos alunos aprendam, de aulas passeio, construtuvas, pesquisando também, como nos fala nosso amigo Paulo Freire. Sempre gostei dos seus métodos construtivistas, em parte também sigo alguns métodos dele, como também de outros pensadores que na minha opinião também fazem parte deste processo de aprendizagem construtivista.

Beijoss e abraços !!!!!!!!!

Simone Lentz - Pólo de Três Cachoeiras.

Segura um copo de refri para mim também!! E tu Sheila, quanto tempo não te via!! Estava com saudades!! Como é gostoso ver todas falando com tanta vontade sobre as mudanças necessárias. Mas eu também sei que não é fácil!! Até pra mim que sempre fui uma rebelde e sempre fiz questão de ser oposição, é difícil romper com aquilo que já faz parte de nossa história de vida. A educação bancaria que sempre se referiu Freire está viva e super ativa e todos os dias nós a alimentamos. Por isso sempre procurei ser oposição até mesmo de meus atos. Os atos em geral precisam de uma avaliação constante e isso pode ser feito por nós mesmos, desde que estejamos dispostos a usar com sinceridade as nossas criticas. Procurar estar atento, para que não sejamos complacentes conosco e carrascos do próximo. Não devemos nunca desconsiderar nossa condição humana e nosso histórico de vida, para que esta crítica caia na medida correta!(salete)

Olá, Pessoal!!
Nossa!!! Foi muito difícil chegar até aqui, mas consegui!!!
Sou Shirley e pertenço ao Pólo de Três Cachoeiras. Realmente, nós professores temos que refletir e proporcionar mudanças urgentes sobre a Educação. E, somente com conhecimento e comprometimento, poderemos interagir com os alunos e a sociedade, para termos, uma melhor qualidade de vida.Quando queremos muito e acreditamos verdadeiramente naquilo que fazemos, literalmente, somos capazes de "mover montanhas".Como diz Paulo Freire "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Quem ensina, ensina alguma coisa a alguém".
Bhá guria (Shirley)! Repete esta tua última fala que cheguei a ficar tonta! "Tu falas muito rápido". Tô brincando com tigo!! Mas esta colocação de Paulo Freire e agora tua é uma das coisas que considero mais bonitas não só em nossa profissão, mas em toda relação humana e social. Veja que no momento da troca as forças se equiparam, não importa quem está ensinando, nem quem está aprendendo, nem o que está sendo aprendido. Todos estão vulneráveis, sujeitos ao erro e em busca da conecção perfeita para chegar a um objetivo, que talvez nem seja o mesmo do outro, mas o ser humano sempre busca algo, que jamais vai encontrar sozinho! (saleteschmidt)

Olá gurias, sou Selva do pólo de Alvorada.Fiquei um tempo lendo as colocações de todas.Gostaria de dar meu "pitaco". Sabem adorei a estória da Suzan, muito legal.Penso que esta metáfora devia ser lida por muitos colegas que estão na rede .Muitas delas estão apenas deixando o tempo passar , esperando aposentadorias ou não querendo ter nenhum "trabalho".A realidade é dura , vivendo com os olhos abertos mapeamos muito melhor as coisas e podemos realmente nos analizar de maneira correta.Nós aqui somos privilegiadas pois gostamos do que fazemos e apostamos sinceramente numa educação libertadora, procuramos estar atualizadas, estamos lendo, nos reciclando, em sala damos o melhor de nós, cada aluno é único, enfim não temos medo e nem esmorecemos na primeira dificuldade.Estas crianças tem muita sorte de ter professoras como nós.Quanto a nossa politica, acho que é um dos fatores , claro muito importante, como entrave na melhoria da nossa educação.Mas acho tasmbém que não é só a educação que está sendo prejudicada. Muitos setores da nossa sociedade estão sendo negligenciados, não é do interesse deles .E quando alguma delas se salienta eles 'puxam" para eles como tendo partido do poder público.É o caso da educação , saúde, habitação, etc...Não acho que tudo continua na mesmice de sempre, penso as coisas estão mudando , só que muito lentamente.O que está estimulando estas pequenas mudanças? São atitudes como as nossas , pessoas como nós que fazemos a nossa parte o melhor possível, sem ficar só jogando a culpa nos políticos , se ficarmos a beira do caminho esperando por alguma solução vinda lá de cima acho melhor pegar uma cadeirinha confortável porque vamos cansar.Se conseguimos atingir , educar ,formar pessoas mais criticas , pensantes como estamos fazendo, esta sim será e fará a diferença.

Oi! Pessoal,concordo com a Shirley, não foi fácil chegar até aqui, mas já que cheguei, maõs a obra.
Vanícia, quando você fala que devemos se unir e acreditar na força que a classe representa, eu assino em baixo, porém temos muitos colegas que que estão acomodadas e nos envenenam com suas idéias terrotistas. Infelizmente convivemos em meio a pessoas que não pensam como Paulo Freire, isto é "Pensar certo é fazer certo."
Meu nome é Sueli Santos , sou do pólo de Alvorada, por enquanto é só pessoal, mais tarde eu retorno com mais alguns comentários. Bjus!!

Como estão colegas?
Vou começar a minha participação com uma frase de Paulo Freire que diz: ENSINAR EXIGE HUMILDADE, TOLERÂNCIA E LUTA EM DEFESA DOS DIREITOS DOS EDUCADORES.
Lendo esta frase, creio que, quando Paulo Freire coloca as palavras humildade e tolerância, propõe que repensamos nossas atitudes, devemos ser humildes e aceitar a bagagem trazida pelo nosso aluno e aproveitá-la para o construção do seu conhecimento e tolerância para administrar as dificuldades que surgirão durante o processo. Em relação a defesa dos nossos direitos, acho que devemos correr atrás, mas isso não deve interferir em nossa sala de aula, no nosso relacionamento com o aluno, descontar no aluno os baixos salários, ser indiferente ao que ele nos apresenta , por ter que trabalhar 60 horas e estar cansado, de maneira nenhuma podemos deixar estas questões interferir no nosso dia -a-dia em nossa sala de aula.
Tatiana Skalski- Pólo Gravataí

Paulo Freire é um exemplo como professor e principalmente como ser humano, no qual luta por aquilo que pensa.
Como a colega Tatiana colocou acima, devemos ter humildade, sabendo que nosso aluno não é um folha de papel em branco, assim aceitar cada aluno como seres individuais, com distintas experiências e "oportunidades de vida". Aceitar também a interveção do aluno, pois a construção de conhecimento se dá na relação com o outro, assim, tanto o professor, quanto o aluno aprendem com as diferentes atividades em sala de aula e as extra classe.

Zélia - Pólo Gravataí

É pessoal,já me conhecem,pois estou na página das apresentações,mas assim mesmo vou lembrá-las que meu nome é Sônia Mara,do pólo de Gravataí e assim como vocês sou professora.Acredito que nada vai substituirnos,pois nosso papel na sociedade relata momentos de amor e doação,coisa que ninguém e nada hipermoderno irá substituir.Somos seres capazes e humanos e é justamente esse diferencial que nos torna seres especiais,pois como Paulo Freire diz;só educamos através do ato incondicional de amor.

Valéria Souza- pólo de São Leopoldo

Eu já tinha entrado na história, feito link e feito a página pessoal, mas não consegui achar mais, estou triste, chateada, me sintindo uma zero esquerda.
Ser Professor para mim é uma coisa sublime, onde superamos tantos obstáculos, para alcançarmos a qualidade de ensino que tanto desejamos. Repensando sobre a caminha na educação, revendo valor e cresças, que hoje muitas não servem mais, tendo que abrir mão de certa seguranças, para descobrir o novo, por que os alunos de hoje não são mais passivos que tudo aceitam sem questionar. E nem queremos alunos assim, queremos sim que eles sejam cidadãos conscientes e críticos de sua realidade, para que possam serem agentes transformadores de uma sociedade mais justa e solidária.
Concordo com que a Shirley de Três Coroa colocou sobre a colocação de Paulo Freire "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Quem ensina, ensina alguma coisa a alguém." Muitas vezes essas trocas de vivências e experiências se tornam ricas e valiosas, devendo ser respeitadas e consideradas.

Oi, pessoal meu nome é Sueli Santos, estou de volta para fazer mais alguns comentários e conforme a proposta dessa atividade, vou falar um pouco sobre as implicações da minha formação sobre o meu trabalho e também farei algumas colocações sobre as idéias de Paulo Freire.
Quando iniciei minha formação eu não pensava muito no "Papel do professor", o que me motivava a ingressar nessa profissão eram as vantagens que ela iria me proporcionar.
A minha formação foi durante um período muito curto, fiz o intensivo que durou um ano e meio, incluindo o estágio. Apesar de pouco tempo o curso foi qualitativo e isso influênciou na minha prática docente.
São várias as implicações que a minha formação tem sobre o meu trabalho, pois na escola onde me formei a maioria dos professores seguiam uma perspectiva libertadora, eles acreditavam que "Ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdo e nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado" assim como também acreditava Paulo Freire. Essa forma de pensar ajudou muito na minha visão de educação.
Quando ingressei na profissão eu estava inspirada pelo bem que poderia fazer e queria que meus alunos experimentassem a alegria de aprender. Porém, com o passar dos anos me deixei envenenar pelas colegas conservadoras e pelos dissabores da profissão, pois o salário e o prestígio profissional cairam muito nos últimos anos. Mas, quando penso no motivo pelo qual me tornei professora, isso é mais forte do que as opiniões mesquinhas de colegas e assino em baixo o que diz a Selva, que somos privilegiadas pois gostamos do que fazemos, que apostamos sinceramente numa educação libertadora e que não esmoreceremos na primeira dificuldade, e nem mesmo nos deixaremos nos envenenar por pessoas que não têm amor pela sua profissão.
Este curso, para mim, foi o "Despertar do Servo" pois senti mudanças na minha prática e toda essa mudança de visão, foi absorvida a partir das leituras e das trocas de experiências com colegas de trabalho.

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Olá colegas... como estão???
Aqui é a Tamires Dimer do pólo de Três Cachoeiras, e voltei para dizer que embora muitos avanços tenham acontecido em nosso país, o Brasil apresenta um nível de desigualdade social muito ampla, sendo esta uma das suas principais características econômicas do país.
Nas escolas, o ensino é precário, principalmente nas comunidades de difícil acesso, e muitas vezes essa falta de qualidade no ensino é decorrente de seus próprios autores: alunos, docentes, administradores...Por existirem professores má qualificados na rede pública, pais de classe alta buscam para seus filhos escolas de redes particulares, visando um progresso na educação de seus filhos e numa perspectiva de uma vida futura (o vestibular, ensino superior). Porém nem todos os pais têm condições financeiras de transferir seus filhos para redes particulares, é o caso das classes populares, que acabam necessitando deixar seus filhos em redes públicas, ou ainda muitas vezes acabam sendo obrigadas a sair do sistema educativo para inserir-se rapidamente no trabalho e contribuir na sobrevivência econômica de suas famílias.Nestas condições, é possível perceber as diferenças de desempenhos de alunos de uma região para a outra e a remuneração dos salários dos docentes é um outro indício de disparidade entre as redes públicas e particulares,E para modificar as desigualdades existentes e favorecer a igualdade de chances a todos, a primeira atitude deve partir das escolas, pois é através dela que transformaremos nosso país.Mais do que nunca o estado deve estar presente na organização do sistema de educação, pois se soubermos reorganizar as bases da educação, executaremos todas elas com muita responsabilidade, aumentando assim o nível de nosso ensino público.
E como diz Paulo freire, se os professores refletirem sobre seus afazeres pedagógicos, modificando aquilo que acharem preciso e fazer a cada dia a opção pelo melhor, não de forma ingênua, mas com certeza de que, se há tentativas, há esperanças e possibilidades de mudanças daquilo que em sua visão necessita mudar, a transformação ocorrerá. E se os governantes também agir desta forma, com certeza o ensino público no Brasil crescerá, tornando-se eficaz.
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Meu nome é Veridiana dos Santos DO POLO DE SAPIRANGA, tenho 28 anos e sou professora alfabetizadora.

Trabalho no município de Sapiranga, que é conhecido como Cidade das Rosas. Já leciono à 8 anos e à 6 com alfabetização, onde me apaixonei! Gosto muito da minha profissão e é onde me realizo. Principalmente por receber o carinho sincero das crianças e perceber a cada dia seu crescimento e progressos na aprendizagem.

" A EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA DE LIBERDADE, AO CONTRÁRIO DAQUELA QUE É PRÁTICA DE DOMINAÇÃO, IMPLICA NA NEGAÇÃO DO HOMEM ABSTRATO, ISOLADO, SOLTO, DESLIGADO NO MUNDO, ASSIM TAMBÉM NA NEGAÇÃO DO MUNDO COMO UMA REALIDADE AUSENTE NOS HOMENS."(FREIRE, 1975,p.81).

Tenho minha metodologia caracterizada pelos ensinamento de Paulo Freire, que busca valorizar o que o indivíduo já sabe, trabalhando com a sua bagagem de conhecimentos.


Oi Pessoal, sou Shirley do Poló de Três Cachoeiras

Estou novamente aqui para contribuir com vocês sobre "Ser Professor".
É fundamental, que o professor aprenda a usar a criatividade e estar disposto a construir, sem medo de arriscar permanentemente, de errar e permitir que seu aluno também erre, como etapa do seu processo de aprendizagem, capaz de dar oportunidade à reconstrução, através de sua reflexão.

Como diz Paulo Freire "Como professor crítico, sou um "aventureiro" responsável, predisposto à mudança,à aceitação do diferente. Nada do que experimentei em minha atividade docente deve necessariamente repetir-se".

Abraços!!!
Shirley


Oi! Sou Sandra D. Werlang e antes de me apresentar quero dizer que enfim, não acredito que consegui entrar dentro deste ambiente e que realmente é bem legal como muitos colegas disseram.
Bem, tenho 30 anos, sou do polo de SL e estou com as tarefas atrasadas, mas a todo vapor colocando em dia. O que mais estava demorando a acontecer, aconteceu há pouco: entrei na WIKISTORIAS.
Li o texto e o que as gurias postaram e concordo em muitos aspectos.
Paulo Freire, pensem bem, um brasileiro! com idéias educacionais tão emancipadoras, defendendo valores tão perdidos nos dias de hoje como ética, honestidade, diálogo, etc. E mesmo no país de Paulo Freire acontecem tantas atrocidades na educação.
Acredito que é de consenso geral que os governos capitalistas e dominantes não tem menor interesse em ter pessoas que queiram realmente tranformar este país. Brincar de faz de conta, para eles é bem mais divertido...
Espero que não sumam minhas colocações. São as intempéries da tecnologia, ou melhor a falta de habilidades da usuária desta tecnologia, isto é, EUZINHA...
No entanto os sítios para pesquisa são tão interessantes que parece que vivemos em realidades completamente opostas. Vou continuar escrevendo depois.


Bom dia!
Continuei minhas andanças por esta página e entrei em vários lugares interessantes. Sei que criei minha página, mas já não a encontro mais. Queria postar este comentário lá, mas já que não deu vai aqui mesmo.

Relendo o que o pessoal postou sobre sua formação, relembrei da minha época do Magistério, de como era bom imaginar que tudo seria fácil e bonito na educação. Lembro que eu era ótima aluna em Estrutura e Funcionamento do Ensino de 1 Grau. Notem, na época do meu magistério se falava ainda primeiro grau... A LDB veio depois e aí foi a minha primeira grande atualização, pois era necessário adequar-se a nova lei, desde as nomenclaturas como troca de pré-escola para educação infantil, 1 grau para ensino fundamental e assim por diante...
Nesta época eu trabalhava no setor administrativo de uma escola privada e nós estávamos em fase de construção do ensino médio... Quantas exigências da Secretaria Estadual de Educação!!!
Depois eu comecei a lecionar nesta escola e aqui quero traçar um paralelo sobre o texto da ESC 11 que trata das desigualdades sociais na educação. Concordo sim que há mundos distintos na educação deste país separados em rede pública e rede privada, mas falo de consciência tranquila que sempre me dediquei igualmente como profissional tanto na escola pública quanto na privada...
Estou feliz porque agora estou ajudando minha colega Dione a entrar na Wikistoria. Que bom um dia eu ser ajudada e hoje poder auxiliar alguém que assim como eu também teve dificuldades.
Vou fazer mais umas andanças...