Sou Stela Maris, professora alfabetizadora na rede Estadual e na Municipal. Trabalho na escola Dietschi, em Rondinha, pequeno balneário no municipio de Arroio do Sal, com a primeira série, e na escola infantil Bem-Me-Quer, na sede do município com pré-escolar maternal (3/4). É um trabalho gratificante esse! Tenho orgulho da minha profiss@o, e faço exatamente aquilo que gosto! Prezo, acima de tudo, meu COMPROMISSO ASSUMIDO .com meu aluno: permitir-lhe construir sua aprendizagem junto .com , dialogando, conhecendo nossa realidade e oportunizando a todos a inserção no mundo das letras.

Estou aqui para registrar minha história!
Em visita a sala de Alfabetização comentei uma colega sobre a fala -leitura de mundo- da qual Paulo Freire fala. Essa leitura de mundo é a nossa fala, a oralidade que expressamos através do nosso olhar pesquisador. Podemos ver tudo o que vivemos e a partir daí elaborarmos a nossa compreensão daquilo que vivemos e percebemos sere vivido pelo outro. Juntamente com o exercício de traduzir o nosso olhar sobre o que vivemos, podemos falar do nosso saber. Ouvindo outros saberes e organizamos todas essas vivências de olhares, permitindo assim, acomodar um novo conhecimento.

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Na sala dos depoimentos descobri, com outra colega, que não continuamos a wikistória, mas entendi que fizemos a leitura da nossa história e da história do outro, com as nossas colocações e comentários.Ou seja, "vivemos a história e temos a possibilidade de transformá-la" Paulo Freire.
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Encontrei um outro espaço privilegiado para adentrar!
Necessidades Especiais.
Aqui encontrei uma mãe contando de sua história pessoal com o tema.
Deixei registrada a minha indignação! - É mais que necessário que alguns educadores reflitam seu pensar sobre a inclusão. Ser professora de aluno "normal" é muito fácil. Difícil mesmo é trabalhar com o diferente! Como nos questiona Paulo Freire: Como ser educador sem aprender a conviver com o diferente? Penso que devemos olhar diferente para esse assunto. Não podemos mais nos embalar no velho jargão usado de que "não podemos fazer nada", pois não estamos preparados. Inventaram de colocar esses alunos especiais na nossa sala de aula sem nos preparar. Nada vou fazer e pronto. O governo que se vire. O aluno especial que se vire! De jeito nenhum. Agora é chegada a hora de nós buscarmos uma melhor preparação, de irmos a luta e descobrirmos um olhar melhor para lidarmos com esses aluno especial. Inserindo-o mesmo, na nossa sala de aulas. Ajudando-o a desccobrir as suas possibilidades, desafiando-o a ir além, dentro das suas limitações.
Quero ter alunos especiais para amá-los mais.escola_143[1].jpg

Cheguei então na sala 2. Dei uma espiadinha. Não há como não comentar. É muita fala boa de se envolver.
Comentei a colega Beatriz, sobre caminhos que trilhamos, tempo e dificuldades que encontramos nessa caminhada. Enfatizei a importância de permanecermos no barco. Pois a nossa viagem pode ser constantemente refeita, reiniciada, re-inventada, re-começada. E falei de tolerância. " Quando entro na sala de aulas, devo estar sendo um ser aberto..." Freire.

Desacomodação. Curiosidade. Inquietação.
Palavras chaves, propositalmente instigadas po Freire, para dar início a uma nova busca,que nos traga algum conhecimento a ser partilhado junto.com o outro.
Novas aprendizagens.
Que possamos nos inquietar sempre.
Que o pensamento de Paulo Freire possa nos iluminar para que possamos melhorar nosso pensar a educação.
Desmistifiquemos o uso da máquina e suas ferramentas em favor do nosso trabalhar.
Que aprendamos a usar essas ferramentas que ora estamos conhecendo, com competência, para então torná-la cotidiana ao nosso aluno.
Que tenhamos um novo olhar sobre o nosso fazer pedagógico e possamos realmente ensinar aos nossos alunos o exercício de pensar a sua educação, na certeza de que poderá fazer melhorar sua vida. Vivendo-a mais feliz hoje, nesse presente imediato. Sem ter que esperar para um futuro mais adiante.
Exercitemos a felicidade.

Pena que eu não tenha mais tempo.
Gostaria de falar e visitar mais espaços.
Ah. Abri uma sala. "Lição de Casa"
Assim que puderem, cheguem lá.

Não resisti a tentação, estou novamente aqui, na nossa wikistória.
Entrei na sala "artes" e contribui lá.
Fui até o Natal e deixei minha mensagem.
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De volta à wikistória.
É muito bom esse lugar.
Gostei demais.

Criei nova sala "Palmatória"

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Novamente visito esse espaço!
Mesmo em férias é um bom lugar para se fazer visitas.
Visitei vários personagens.
Me deu uma vontade enorme de fazer alguns comentários nessas visitas. Como não sei se pode se fazer isso, desisti do intento.
Amei minha sala "Lição de Casa" cheia de visitantes.
Bacana isso de todo mundo conversar com a gente.
Cria laços, estreita amizades, melhora o pensar, o fazer...

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AdoSal, 29.01.07